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Saiba o que é e para que serve o Google Play Services

Se você usa um smartphone com sistema operacional Android já deve ter notado a presença de um estranho aplicativo pré-instalado chamado Google Play Services. Ele não aparece na tradicional gaveta de apps e não pode ser aberto como o Facebook, YouTube ou WhatsApp. Ainda assim, este programa recebe atualizações constantes e ocupa um bom espaço de armazenamento do celular.
Mas você sabe o que é e para que serve esse Google Play Services? Identificado pelo ícone de uma peça de quebra-cabeças, com as cores da loja Google Play, este programa não é um aplicativo como todos os outros no smartphone. Sua função, porém, é de extrema importância para que os outros apps funcionem normalmente no aparelho, desde o Android 2.2.
Resumidamente, o Google Play Services é como um pacote de APIs - "Application Programming Interface", ou "Interface de Programação do Aplicativo". Trata-se de um conjunto de normas que ajudam os desenvolvedores a criar apps que se comunicam facilmente com outros apps. Com ele, aplicativos como o WhatsApp e os jogos que você tem no celular dependem menos de atualizações do sistema para rodar.
Para explicar melhor essa função, peguemos como exemplo o Google Maps. Nas versões mais antigas do Android, o aplicativo precisava ser atualizado toda vez que o sistema operacional do celular era atualizado. Como sabemos, uma atualização do Android pode demorar muito tempo para chegar a um aparelho que não tenha a versão pura do software, como um smartphone da Samsung ou da LG.
Sendo assim, o Maps ficava desatualizado e operando com dificuldade enquanto o sistema não fosse atualizado pela fabricante. Graças ao Google Play Services, porém, o Google garante que o app, no Android, será mantido com seus recursos sempre em dia, com updates instalados automaticamente, independentemente da versão do sistema operacional que você estiver usando.
Sendo assim, o Google Play Services permite que você use a versão mais recente de um aplicativo mesmo que ainda não esteja usando a versão mais recente do Android. Isso flexibiliza a experiência e restringe o "sofrimento" dos usuários que precisam esperar meses por um novo update no sistema. Nem todos os apps são beneficiados por esse recurso, mas a grande maioria - isto é, os mais populares - com certeza é.
Se você usa um smartphone com sistema operacional Android já deve ter notado a presença de um estranho aplicativo pré-instalado chamado Google Play Services. Ele não aparece na tradicional gaveta de apps e não pode ser aberto como o Facebook, YouTube ou WhatsApp. Ainda assim, este programa recebe atualizações constantes e ocupa um bom espaço de armazenamento do celular.
Posso me livrar do Google Play Services?
Embora seja tão importante para o bom funcionamento de um dispositivo Android, sua função quase invisível pode fazer com que o Services pareça um recurso inútil. Afinal, ele consome memória RAM, espaço de armazenamento, poder de processamento e até a bateria do celular, mas seu impacto real é pouco notado. É possível removê-lo?



Como se trata de um bloatware, o Google Play Services não pode ser desinstalado como qualquer outro app. No entanto, é possível desativá-lo. No seu smartphone, abra o aplicativo de configurações e vá até Aplicativos > Google Play Services. Toque no botão "Desativar", ao lado de "Forçar Parada". Se preferir, você também pode liberar algum espaço apenas desinstalando as atualizações.
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Se no seu celular o botão Desativar estiver cinza e não funcionar, como na imagem acima, será preciso tomar um caminho um pouco mais longo. Novamente no aplicativo de configurações, vá até Segurança > Selecionar administradores e desmarque a opção correspondente ao Gerenciador de Dispositivos Android. Volte ao Google Play Services e desative-o se assim preferir.



Se você usa um smartphone com sistema operacional Android já deve ter notado a presença de um estranho aplicativo pré-instalado chamado Google Play Services. Ele não aparece na tradicional gaveta de apps e não pode ser aberto como o Facebook, YouTube ou WhatsApp. Ainda assim, este programa recebe atualizações constantes e ocupa um bom espaço de armazenamento do celular.
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Mas tome muito cuidado! Assim como o Gerenciador de Dispositivos, o Google Play Services é um recurso de extrema importância para o seu smartphone Android. Desabilitá-los pode fazer com que os outros apps instalados no aparelho comecem a apresentar problemas, e não é uma atitude aconselhável se não for uma medida de urgência. Faça isto por sua conta e risco.

Conheça o interior de um data center do Google

Para conseguir fazer seu produtos e serviços funcionarem, o Google trabalha com uma malha de servidores espalhados pelo mundo. Desde 2009, a empresa produz vídeos para mostrar melhor o interior da companhia. E com os gigantes Data Center não foi diferente.
Em alguns vídeos curtos, o Google explica um pouco de onde vem a internet que nós usamos todos os dias. Diferente de outras empresas, o Google desenha e constrói seus servidores, por isso conta com sistemas de energia e resfriamento próprios.
A companhia também possui um vídeo em 360° de dentro de um dos Data Centers, conforme publicado pelo Olhar Digital recentemente.
Veja abaixo o funcionamento de seus servidores baseado em containers:








Esta não é a primeira vez que Google volta atrás em brincadeira de 1º de abril

No dia 1º de Abril todo mundo já está preparado para as brincadeiras que as empresas acabam fazendo. Porém, o Google, exagerou um pouco este ano ao incluir no Gmail um botão chamado “MicDrop”, que, quando ativado, adicionava o GIF de um Minion largando um microfone na mensagem e impedia o destinatário de responder.

Boa parte dos usuários não gostaram da brincadeira, sendo que tiveram relatos de até pessoas que perderam o emprego, pois acabaram mandando, sem querer, o GIF para superiores. O Google, então, pediu desculpas pela piada de mau gosto e desabilitou o recurso.

Esta não é a primeira vez que a empresa precisa se retificar mal-entendidos do 1º de abril. Em 2000, o co-fundador Sergey Brin, conhecido por gostar de brincadeiras, começou a pensar na possibilidade de fazer algo divertido na data.

Eles colocaram junto com o Google Search, o MentalPlex, uma espécie de buscador que lê a mente do usuário. A companhia também criou uma página de FAQ com perguntas e respostas engraçadas e algumas mensagens de erro que apareciam quando o internauta tentava usar a ferramenta.

Porém, uma dessas mensagem causou um grande problema. O MentalPlex do Google dizia que tinha "detectado pensamentos estranhos" e traduzia o texto de interface da página de resultados para o alemão. 












As pessoas começaram a reclamar que a mudança da língua dificultava na hora de continuar navegando normalmente no Google, além de a piada com a Alemanha não ter sido muito bem recebida pelo país. Uma usuária se queixou que a brincadeira estava a atrapalhando no trabalho.

O Google precisou remover a brincadeira e aprendeu (ou não) a lição de que não se deve inibir a capacidade das pessoas de usarem seus produtos. 

Via Business Insider

Extensão para Chrome reflete a tela do Android no PC

A última versão do Android já permite que o usuário transmita a tela do smartphone para uma TV ou computador, desde que os aparelhos estejam conectados a um Chromecast. Porém, um plugin para o navegador Google Chrome lançado nesta terça-feira, 25, permite refletir o display do celular em um Mac ou Windows de forma rápida e prática, e sem precisar de dispositivos adicionais.
Tudo o que o usuário precisa fazer é baixar a extensão Vysor e ligar o smartphone ao PC por um cabo USB. Com o recurso é possível explorar os recursos do seu celular usando mouse e teclado, diretamente do navegador.

O Vysor ainda oferece a opção de compartilhar a tela com outras pessoas, desde que o plugin esteja instalado nas respectivas máquinas.










O criador da extensão, Koushik Dutta, é o mesmo por trás do aplicativo AllCast, que, de maneira um pouco diferente, também transmite a tela do Android para um PC em forma de vídeo. O Vysor foi criado pensando em desenvolvedores de apps e ainda está disponível para download em versão beta, para todos os sistemas operacionais.
Via Engadget

Veja o carro autônomo do Google batendo em ônibus

No fim de fevereiro, o Google r;evelou que um dos seus carros autônomos atingiu um ônibus em Mountain View, na Califórnia (EUA), mas só hoje as imagens das câmeras internas do ônibus foram divulgadas.

Esse é o primeiro acidente pelo qual o Google Car foi realmente culpado; outras batidas já tinham sido registradas, mas eram resultado de falha humana de outros motoristas. 

No momento do acidente, o Lexux modificado estava a menos de 3 km/h, enquanto o transporte coletivo estava a uma velocidade de 24 km/h. O carro autônomo precisou avançar na faixa da direita de uma rua na qual ele pretendia entrar por causa de um bloqueio, quando atingiu o ônibus. Segundo a empresa, o veículo detectou o ônibus, mas achou que ele pararia para esperar sua passagem.
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Veja o vídeo do departamento de trânsito:



Via Business Insider

Google lança aplicativo que faz pagamentos sem tirar o celular do bolso

O Google anunciou hoje um aplicativo chamado “Hands Free” – atualmente disponível para Android e iOS – que irá permitir a realização de pagamentos sem precisar tirar o smartphone do bolso ou apertar qualquer outro botão.
“Hands Free é um novo aplicativo do Google que faz pagamentos em lojas sem precisar pegar seu celular ou carteira. Estamos lançando a novidade em lojas selecionadas nos EUA”, explicou o buscador.
De acordo a empresa, o pagamento somente será realizado quando o sistema detectar a presença do telefone no local. Além disso, há uma verificação da identidade para evitar cobranças indevidas.
Notificações instantâneas com os detalhes do pagamento serão emitidas após cada compra. Em caso de atividade incomum, os usuários serão alertados de imediato.


Google pode incorporar tela sensível à pressão no próximo Nexus

De acordo com o site GizmoChina, o Google e outros fabricantes do Android teriam planos de adotar uma tecnologia similar ao Apple 3D Touch nas próximas gerações de smartphones, incluindo a linha Nexus.
“Uma fonte da indústria informa que muitos fabricantes de smartphones chineses, como Xiaomi, Meizu, OPPO e Vivo ‘estão ocupados’ desenvolvendo telas sensíveis por pressão para os seus smartphones”, menciona a publicação.
Nexus 2016, que vem sendo descrito como o retorno da HTC na fabricação da linha pura do Google, seria um dos primeiros dispositivos a apresentar a tecnologia.
Uma outra fonte familiarizada com o assunto também declarou que o Google teria planos de incorporar a feature de pressão como padrão em uma versão futura do Android.
Se o buscador tem planos para implementar alguma novidade em sua plataforma móvel, uma prévia poderá ser exibida durante a conferência para desenvolvedores do Google I/O 2016.

Google contrata fundador do 4chan para melhorar o Google+

O Google anunciou hoje a contratação de Christopher Poole, conhecido na rede como MOOT, que fundou o 4chan – o maior fórum do mundo, com doze milhões de visitantes por mês.
Poole irá trabalhar com a chefia do VP do Google Bradley Horowitz, responsável pelo desenvolvimento de produtos como Streams, Photos e Sharing.
“Quando encontro com Googlers atuais e antigos, eu me sinto atraído por suas inteligências, paixões e entusiasmos, bem como um desejo universal de compartilhar com os outros”, disse o novo contratado.
“Também estou impressionado com o compromisso do Google em permitir que essas mesmas pessoas talentosas resolvam alguns dos problemas mais interessantes e importantes do mundo”.
Poole foi, segundo a revista Times, uma das pessoas mais influentes do mundo durante seus 12 anos à frente do 4chan.

Google+ não será um ‘covil de infâmia’ após a contratação fundador do 4Chan

Yonatan Zunger, arquiteto chefe de computação do Google, publicou hoje uma nota no Google+ para desmentir qualquer boato de que o Google+ seria transformado em um ‘covil de infâmia’ após a contratação fundador do 4Chan Christopher Poole.
De acordo com Zunger, Poole não é um “troll” e nem faz uma curadoria de “trollagens” e em conversas com funcionários tem se mostrado como um grande especialista em questões de dinâmica social e interações.
“Estou ansioso para ver o que ele vai fazer. E não tenha medo: não estamos prestes a se tornar um ‘covil de infâmia’. Este não é o tipo de lugar ou intenção de que ele se torne”.
Se você tinha alguma dúvida de que o Google+ se tornaria o próximo 4Chan, pode dormir mais tranquilo esta noite.

Facebook lança recurso de transmissão de vídeo ao vivo no Android

O Facebook anunciou esta semana que os usuários Android poderão “compartilhar experiências e perspectivas em tempo real” com a chegada do aguardado recurso de transmissão de vídeo ao vivo.
“Estamos animados em anunciar que, na próxima semana, começaremos a disponibilizar para as pessoas no Android a opção de compartilhar vídeos ao vivo. Começamos pelos Estados Unidos e outros países receberão a versão na sequência”, publicou Vadim Lavrusik, gerente de produto, e Dave Capra, gerente de engenharia.
Para compartilhar um vídeo ao vivo, basta selecionar o ícone do Live junto a caixa de status “No que você está pensando?”. Durante a transmissão, o Facebook exibe o número de visualizações e o nome dos amigos que estão assistindo.
Após encerrar a transmissão, o vídeo ficará salvo na Linha do Tempo, como qualquer outro vídeo, e poderá ser deletado ou mantido para os seus amigos assistirem mais tarde.
De acordo com o Facebook, mais de 50% das pessoas que assistem aos vídeos ao vivo estão usando dispositivos Android, o que mostra a força da plataforma nos negócios de Mark Zuckerberg.

Google Brasil investirá R$ 10 milhões em projetos de impacto social

O Google Brasil lança nesta terça-feira, 23 de fevereiro, a segunda edição do Desafio Google de Impacto Social, que distribuirá R$ 10 milhões para 10 ONGs (2 por região do país) com projetos que usem a tecnologia para enfrentar problemas sociais, em qualquer segmento.  
"Qualquer tecnologia. Não há nenhuma obrigatoriedade de que sejam ferramentas ou produtos Google, muito menos tecnologias digitais", explica Fábio Coelho, presidente da Google Brasil.
Quatro iniciativas - uma eleita pelo público por votação online e três escolhidas por um juri formado por Regina Casé,  Marta (jogadora da seleção brasileira de futebol feminino e embaixadora da ONU), Chefe Almir Suruí (líder do povo indígena Suruí), Denis Mizne (CEO da Fundação Lemann), Adriane Varejão e Jacquelline Fuller (Diretora da Google.org) _ receberão R$ 1,5 milhão cada, além de assistência técnica e mentoria para tornar seus projetos realidade. Outros seis projetos finalistas receberão R$ 650 mil, cada. Os prêmios serão pagos pela Google.org, braço filantrópico do Google.
Criado em 2004, a Google.org destina 1% da receita do Google para filantropia. Anualmente, investe 1 bilhão de dólares em projetos que minimizem e combatam desastres naturais, apoiem iniciativas globais (como as realizadas recentemente em prol dos refugiados na Europa) e apoiem novas comunidades, como é o caso do Desafio Google de Impacto Social. Em 2014/2015 o Brasil foi o terceiro país a sediar o desafio, depois de Reino Unido e Índia, e distribuiu R$ 7 milhões.
A exemplo da primeira edição,  qualquer organização não governamental ou sem fins-lucrativos legalmente constituída no Brasil e que tenha um projeto de impacto social necessitando de recursos financeiros para avançar em seus propósitos está convidada a se inscrever através do site g.co/desafiobrasil.  Os critérios para inscrição também estão disponíveis no site. 
Na  fase de inscrição _ que termina em 21 de março _ a ONG terá que informar sobre o plano de implementação e o orçamento do projeto. O pagamento do prêmio será feito de uma vez, mas o Google irá acompanhar de perto a gestão dos recursos e o cronograma de implementação do projeto, que pode levar até três anos.
Uma equipe do Google analisará todas as inscrições elegíveis recebidas. Dez projetos finalistas serão anunciados no dia 23 de maio. A partir daí, os internautas brasileiros serão convidados a participarem de uma votação popular que elegerá um projeto. O resultado final será conhecido no dia 14 de junho. 
"Este ano, o prazo para análise está um pouco mais curto, mas temos mais gente no Google focada nesta tarefa", explica Flavia Simon, diretora de Marketing de Consumo do Google Brasil. A expectativa é a de que a empresa receba a inscrição de mais de mil projetos. "Em 2014 foram 750. Mais que volume, no entanto, esperamos ter projetos de qualidade, que realmente gerem impacto e que sejam escaláveis, facilmente replicáveis", diz ela.
 Os projetos finalistas da primeira edição continuam em desenvolvimento, gerando resultados.  Vencedor na votação popular, o app móvel do Geledés Instituto da Mulher Negra, para apoiar mulheres vulneráveis à violência doméstica através de um botão de pânico e  acesso a informações sobre legislação e uma rede de apoiadores treinados, já está em uso por duas voluntárias em Porto Alegre e começa a despertar o interesse de outras secretarias de segurança pública, no Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. 
Já a ideia da máquina de gelo movida a energia solar, do Instituto Mamirauá, destinada a otimizar a estocagem de pescado em pequenas comunidades na Amazônia, se tornou realidade. Hoje quatro máquinas geram 750 Kg de gelo por dia.
A rede Minha Cidade, por sua vez, que conta com uma série de aplicativos para conectar cidadãos e governos municipais, e estava inicialmente limitada à cidade do Rio de Janeiro, começou a operar em São Paulo, Recife, Blumenau, Campinas, Garopaba e Ouro Preto. 
"Nossa intenção é ter projetos que, de fato, contribuam para resolver problemas de todos os tipos: ambientais, educacionais, da área de saúde e muitos outros", afirma Fábio Coelho. 
Segundo Flavia Simon, a equipe do Google estuda também a possibilidade de dar visibilidade a outros projetos que, por vários motivos, "bateram na trave"  durante o processo de curadoria do Google, para que outras empresas de interessem em apoiá-los. " Em 2014 recebemos uns 100 projetos bem interessantes. Espero que vários deles voltem a se inscrever. E talvez possamos apoiar vários deles de outra forma", explica a executiva.

Impressões sobre o Xperia Z3, da Sony

Xperia Z3, terceiro aparelho top de linha lançado pela Sony em um ano, foi anunciado no Brasil em um evento na cidade de São Paulo que ocorreu no dia 24 de outubro. A fabricante japonesa manteve características próprias da série e anunciou melhorias.
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Testamos o novo celular, que prova que um aparelho Android do Google pode sim render mais do que um iPhone ou um Windows Phone. Confira.
O design dele é conservador
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Esse novo Xperia não apresenta alterações significativas de design, mas é mais fino, com cerca de 7,3 milímetros de espessura contra 8,5 do Z1 e 8,2 do modelo Z2. O peso dele é de 152 gramas, que não são sentidas enquanto você movimenta o celular de um local para outro porque são bem distribuídas.
O aparelho possui uma entrada para cabo Micro USB 2.0 do carregador, além do chip, é grande e diferente do Z1, que possuía encaixes menores e delicados. A tela tem o tamanho de 5,2 polegadas, ótima para dedos mais avantajados.
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Fãs de plantão de celulares mais redondos devem achar o Xperia Z3 ainda assim muito quadrado. No entanto, o aparelho em suas cores branca, preta, verde ou marrom combina com executivos modernos. Apesar das similaridades, o novo modelo é levemente mais arredondado se comparado com outros da mesma série de aparelhos.
Bateria de dois dias
A energia do Z3 grande dura cerca de nove horas e sua amperagem é de 3100 mAh. Em repouso, vimos o rendimento da bateria cair apenas entre 20% e 30% durante cinco dias da semana. Ao acionar vídeos, no entanto, o Z3 aqueceu na parte traseira, o que diminuiu a quantidade de dados transmitida na rede 3G. Ou seja, este é um problema que a Sony ainda não conseguiu solucionar em seu celular.
No uso diário, o Xperia Z3 tem uma bateria que dura, com folga, 48 horas. Por isso, ele te livra do vício de carregar o smartphone todas as noites, prejudicando o funcionamento do componente de lítio que transmite energia ao aparelho.
Características únicas
A Sony manteve, graças ao design e aos componentes, o Xperia Z3 como um celular à prova d’água doce. Ele pode ficar mergulhado por 30 minutos em até 1,5 metro de profundidade, sem nenhum comprometimento do funcionamento. O único requisito é que suas entradas estejam vedadas com suas tampas. Por isso, o Z3 pode ser o aparelho recomendável para fazer filmagens dentro de uma piscina, por exemplo.
Mais detalhes
O Z3 tem espaço interno de 16 GB, expansível para 128 GB via microSD. O sistema operacional é o Android 4.4 KitKat. A interface da Sony para este novo smartphone sofreu pequenas alterações, como a hora com logotipo em negrito em relação ao minuto na tela inicial.
Fotos
A câmera traseira possui um sensor de 20,7 Megapixels, acompanhada por outra frontal de 2,2 Megapixels. A gigante japonesa mostrou que os componentes sofreram sensíveis reduções para que o aparelho se mantenha fino, mas o modo de fotografia no escuro apresentou novas pequenas melhorias. A resolução das fotos chega até 5248 x 3936 pixels. Com o celular é possível gravar vídeos na qualidade 4K, com a resolução de 3840 x 2160 pixels.
E o que dá para entender sobre o aparelho?
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O Xperia Z3 é um aparelho grande de 5,2 polegadas. Não é um celular para quem tem mãos pequenas, portando deve atrair predominantemente os homens. Dentro da linha da Sony, ele representa uma inovação na alta durabilidade da bateria. Ele vem com TV digital e tem uma versão com dois chips, com o preço de estreia de R$ 2699. O que pode ser incômodo no celular é o excesso de vidro e pouco plástico, mais presente em máquinas da Samsung ou da Motorola.

Impressões sobre o Moto Maxx, da Motorola

Moto Maxx é um celular de alta performance da Motorola lançado no dia 5 de novembro em nossas terras. O aparelho tem conexão 4G e sua bateria dura 40 horas, quase dois dias (48 horas). O preço de lançamento dele foi de R$ 2199, o que é atraente para um smartphone top de linha e inferior aos R$ 2699 do Xperia Z3 da Sony.
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Testamos o Maxx, que tem detalhes que o tornam atraente para a compra. Confira.
O design dele é adequado para mãos suadas
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A traseira dele é feita de tecido de nylon balístico, usado em bolsas reforçadas, com Kevlar, um material para coletes a prova de balas. Isso previne arranhões e mantem o celular fixo nas mãos. É bem superior ao iPhone e aos celulares com alumínio para manter sua conservação. A carcaça aguenta melhor o impacto. O aparelho não é tão fino, com cerca de 11,2 milímetros de espessura.
O peso dele é de 176 gramas, mais leve na ponta e mais denso na região da câmera. Há três botões inferiores para retornar, ir para tela home ou gerenciar apps. O celular possui uma entrada para cabo Micro USB 2.0 do carregador. A tela tem o tamanho de 5,2 polegadas, bom para quem gosta de um smartphone com display generoso.
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O aparelho é bem ergonômico e deve agradar quem não gostou tanto da traseira de bambu do Moto X e nem quer um aparelho modesto como o novo Moto G. O design deste modelo da Motorola é irregular, mas sua pegada é atraente.
A famigerada bateria de 40 horas
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Não são dois dias, mas a energia do aparelho dura um dia e mais 20 horas com amperagem é de 3900 mAh. Em repouso, vimos o rendimento da bateria cair apenas cerca de 20% durante cinco dias da semana, se preservando bem em repouso. O componente também não aquece muito, diferente de modelos com carcaças puramente metálicas.
O 4G derruba o rendimento, bem como a visualização de vídeos, para cerca de um dia. Wi-Fi, GPS e conexões sem fio também podem minar seu rendimento.
Um custo-benefício atraente
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Custando R$ 2100 no lançamento, você já encontra o Moto Maxx por menos de R$ 2 mil. Pela quantidade de recursos, capricho no acabamento e qualidade dos componentes, o smartphone se situa entre os melhores no quesito custo-benefício.
Ele fica na mesma faixa de preço do Moto X e muito distante do iPhone 6, na faixa dos R$ 3 mil, e do iPhone 6 Plus que encosta em R$ 4 mil. Ou seja, se você preza por qualidade e não quer gastar muito, além de querer um celular com carcaça resistente, o Maxx pode ser a sua opção.
Detalhes técnicos
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O Maxx tem de cara um espaço interno de 64 GB sem expansão, que pode ser aproveitado tanto pelo o novato quanto pelo veterano em smartphones. O sistema operacional é o Android puro 4.4 KitKat, sem aquela quantidade de software sobrando de outras interfaces, como a Sansung.
Qualidade da fotografia
A câmera traseira possui um sensor de 21 Megapixels com resolução de 5248 x 3936 pixels, acompanhada por outra frontal de 2 Megapixels para selfies. O flash é de dual LED. Com o celular é possível gravar vídeos na qualidade 4K e resolução de 3840 x 2160 pixels.
Possível conclusão
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O Moto Maxx é um aparelho bonito, robusto e barato, qualidades atraentes pra grande maioria dos clientes de Android. A Motorola acerta no alvo na maioria dos pré-requisitos, e entra um produto que chama atenção por sua aparência diferente e uma bateria de rendimento acima da média. Um dos maiores problemas do mercado de smartphones é o rendimento energético. A empresa, junto com concorrentes como a Sony, estão conquistando espaço para a melhoria dos dispositivos móveis.

Breve olhada na timeline do Android

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Quase 6 anos se passaram e o sistema operacional móvel do Google tornou-se uma das plataformas móveis mais difundidos no planeta. Embora tenha mudado dramaticamente, muita coisa deu certo e ele continua firme e forte.
O portal THE VERGE fez um vídeo resumindo o que aconteceu nesses 6 anos, mostrando as modificações, mutações e a evolução de Cupcake e Donut para KitKat e Lollipop.

Google lança Watch Faces para Android Wear

O Google anunciou uma novidade para os proprietários de relógios inteligentes Android Wear: agora, eles poderão customizar a “cara” do seu dispositivo.
Os usuários poderão escolher diferentes tipos de mostradores a partir de uma biblioteca com dezenas de opções. São mostradores projetados por designs renomados, como Rebecca Minkoff e Craig Ward, por marcas mundialmente conhecidas, como Porshe e RedBull, e até mesmo inspirados em games famosos, como Pac Man e Plants vs. Zombies.
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Segue uma lista de alguns dos mostradores que já estão disponívies:
○ Ciao Manhattan Nails
○ Craig Ward
○ Meu Malvado Falvorito
○ EA Plants vs. Zombies
○ Hugh Turvey
○ Medicom BE@RBRICKS
○ Pac Man
○ Porsche
○ Rebecca Minkoff
○ RedBull
○ Santa Tracker
○ Specialized
○ Surfline
○ The Hundreds
○ Un Petit Monde
A coleção de novos mostradores estará disponível neste link.
A empresa também anunciou uma nova API para facilitar o trabalho de desenvolvedores que queiram criar “novas caras” para os relógios Android Wear. Portanto, em breve, devem surgir mais mostradores para os usuários escolherem e se divertirem.
Além disso, com o novo app do Android Wear ficou fácil escolher, baixar e usar um mostrador diferente todo dia.
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Android 5.0 Developer Preview já está disponível para download

Após a Google revelar o novo Android 5.0 batizando-o de Lollipop a ansiedade começou a tomar conta dos usuários da linha Nexus. A gigante de Mountain View acaba de disponibilizar o SDK (Software Development Kit, ou Kit de Desenvolvimento do Android) e imagens de fábrica da nova versão do sistema do robozinho verde para os dispositivos Nexus 5 e Nexus 7 Wi-Fi (2013).

Os usuários que se atreverem a instalar o novo Android nessa versão prévia poderão desfrutar a partir de hoje de todas as novidades, mas alertados de que podem enfrentar alguns erros. Mais detalhes e os links para download podem ser encontrados nos links abaixo:
 
·         Nexus 5 (GSM / LTE) “hammerhead”: lpx13d-martelo-preview-f7596f51.tgz
·         Nexus 7 [de 2013] (Wi-Fi) “razor”: Razor-lpx13d-preview-ae4f461f.tgz
 
Vale lembrar que para instalar as imagens no Nexus 5 ou Nexus 7 Wi-Fi é preciso ter o bootloader desbloqueado. O método para instalação oferecido pela Google apaga todos os dados, portanto, um backup dos arquivos pessoais é necessário. A Google informou também que vai disponibilizar uma versão via OTA para usuários com versões mais antigas do Android L Developer Preview instaladas.

Os que não estão tão apressados e preferem evitar os riscos envolvidos na instalação do Android 5.0 Lollipop Developer Preview, aconselhamos esperar algumas semanas até que a versão final seja disponibilizada via OTA. Nexus 7 Wi-Fi e Nexus 10 serão contemplados no dia 3 de novembro, os demais ficaram para dias ou semanas depois. 


Tags: android 5android lollipopgooglelollipopnexus 5nexus 7

Nexus Player, o primeiro dispositivo Android TV da Google

Lançando mais uma novidade no mercado de consoles, em parceria com a ASUS, a Google apresenta o seu novo Nexus Player. O dispositivo é mais uma tentativa da Google de estar também na TV de seus usuários e como as anteriores não deram muito certo parece que agora a empresa achou o seu caminho no segmento. O Nexus Player é um console que traz a funcionalidade do Android TV para as TVs convencionais e com isso permite o streaming de músicas, filmes e programas de TV.
 
E ele conta com uma novidade que pode interessar muitos: O Nexus Player funciona também como um console para jogos pela TV, apresentando alguns games com qualidade de gráfico em 3D que pode surpreender.
 
O dispositivo virá com 4.7 polegadas de diâmetro, pesará 235 gramas e virá acompanhado de um pequeno controle remoto com poucos botões, que permite que o usuário ative o microfone para usar o comando de voz, de uma forma semelhante ao recurso encontrado no Amazon Fire TV. O aparelho também possui 8 GB de armazenamento interno, um processador Intel Atom quad-core de 1,8 GHz, GPU Imagination PowerVR Series 6 Graphics 2D/3D Engine, 1 GB de memória RAM, conector para fontes de 18 W DC, conexão HDMI e micro USD 2.0, conectividade WiFi e Bluetooth 4.1.
 
Ele será vendido por US$99, mas para quem quiser usufruir do recurso de jogos, terá que adquirir o controle separado, que será vendido por US$39. A pré-venda do aparelho começará amanhã (17) e ele estará disponível nas lojas físicas a partir do dia 3 de novembro, pelo mesmo preço.  
 Fonte: theverge

Aplicativo Androidify 2.0 chega acompanhando Android L

O Androidify é um aplicativo oficial da Google, já conhecido por muitas pessoas, que conta com um propósito divertido e engraçado. Nele, você poderá modificar o mascote da Google, o Bugdroid, e adicionar várias roupas, acessórios e o que achar mais interessante. O aplicativo começa com o boneco comum e lhe dá opções para modificar as roupas, o cabelos, penteado e até proporção de pernas, braços e a cor do boneco, dando assim a liberdade para que o usuário deixe o boneco da forma que quiser, alem de adicionar alguns acessórios como óculos, barba, luvas, chapéus e até um papagaio se quiser.
 
E a novidade é que o Androidify foi atualizado um pouco antes da chegada do Android L 5.0 Lollipop. Na ocasião o bonequinho inclusive deu dicas sobre o nome da nova versão do sistema operacional, embora agora já não seja mais um mistério.
 
A atualização conta com 25 novas animações, e assim o usuário poderá fazer com que seu boneco dance, torça, pule, entre outras ações. E também há a possibilidade de enviar seu boneco animado através de chats como emoticons. Ou simplesmente compartilhá-los como imagem ou como gif. Se estiver interessado também poderá submeter sua obra de arte com o Bugdroid na galeria do aplicativo do site Androidify.com, onde ele poderá estar com bonecos de toda a parte do mundo e inclusive ser selecionado para a próxima campanha do Android.  

Android L é lançado com o nome Lollipop


A nova versão do Android foi apresentada ao público em junho desse ano, e após alguns meses de expectativas por parte dos usuários e testes por parte da Google, o novo Android 5.0 Lollipop foi anunciado oficialmente. Pelo visto todas as especulações acerca do nome só serviram mesmo parar dar um pouco de gás na promoção do novo Android, já que o nome já esperado desde a apresentação da nova versão do SO foi o anunciado.
 
O Android L 5.0 Lollipop estará chegando em 3 novos dispositivos da Google, o smartphone Nexus 6, o tablet Nexus 9 e o dispositivo de mídia Nexus Player. Ele também estará disponível para os Nexus 4, 5, 7, 10 e pro Google Play Edition nas próximas semanas.
 
A novidade mais esperada em relação ao Android 5.0 Lollipop é sem dúvidas o novo projeto da Google, o Material Design, que conta com novos recursos e um visual mais elaborado para os dispositivos. A plataforma conta também com animações mais vividas, um design mais limpo aos olhos, um menu de multitarefas repaginado e uma nova forma de interação a partir de comandos de voz, além de uma nova interface mais intuitiva.
 
Para quem estava curioso com o projeto de Material Design desde o começo, a Google disponibilizou algumas atualizações de aplicativos que davam um gostinho do que estava vindo por aí, como as atualizações do Google Play e do Chrome Beta. Um dos objetivos do Material Design seria o de unificar o visual de software de vários dispositivos, assim como a experiência do Android, como smartphone, tablets, dispositivos de mídia, etc .Por isso a Google garante que alguns recursos como músicas, fotos, aplicativo, e até buscas de internet poderão ser compartilhados entre dispositivos Android de forma fácil.
 
E para os desenvolvedores, o Android 5.0 Lollipop também veio com surpresas agradáveis. A nova plataforma conta com cerca de 5 mil novas APIs. Além disso ele vem também com novos controles para personificação de notificações em seu aparelho, um novo modo para salvar a bateria, que faz com que ela dura até 90 minutos a mais, suporte para múltiplas contas de usuários, modo guest e novas formas de segurança para conectividade Bluetooth.

Algumas dessas novidade já tinham sido incorporadas por algumas fabricantes em seus smartphones há algum tempo, mas agora a Google está fazendo com que elas sejam parte ao seu sistema operacional.
 
O Android 5.0 Lollipop marca uma mudança de visual bastante significativa no sistema operacional da Google, coisa que aconteceu da ultimas vez em 2011 com o lançamento do 4.0 Ice Cream Sandwich, além de criar uma oportunidade para que o Android cresça em outros dispositivos além de smartphone e tablets. Fica cada vez mais claro que a Google pretende fazer com que seu SO esteja presente em cada vez mais dispositivos no futuro, e o Android 5.0 Lollipop é um grande passo para isso.   
 Fonte: theverge

Confira a lista de dispositivos Samsung que receberão o Android 4.4.4 KitKat

O Android L será lançado em breve, e embora o mistério acerca do seu nome ainda persista e ainda não tenhamos uma certeza quanto isso, sabemos que a atualização de alguns dispositivos leva tempo e as vezes acaba se tornando um problema por causa disso, principalmente porque algumas das principais fabricantes de smartphones e tablets acabam fazendo algumas modificações que, consequentemente, atrasam a disponibilidade de uma nova versão do sistema operacional da Google para seus gadgets. Ainda há também a parte das operadoras, já que essa chegada de atualização depende delas também.
Uma dessas principais fabricantes é a Samsung, e uma lista foi disponibilizada na rede mostrando alguns aparelhos da empresa que serão em breve atualizados para a última versão do KitKat, a 4.4.4. Alguns deles, como o Galaxy S5 e o Galaxy Note 3 já estão com o status de atualização completa, ou seja, elas já devem começar a ser disponibilizadas ainda nesse mês. Outros modelos como o Galaxy S4, então em fases finais, e outros, como o Galaxy S4 Mini e o Galaxy Grand 2 estão ainda pendentes para novembro.

Obviamente, os dispositivos mais novos que não estão na lista é porque já vêm com o KitKat 4.4.4 pré instalado de fábrica. O Galaxy S4, como mostrado, estará recebendo a atualização, mas como o S3 nunca foi atualizado, existe ainda um temor em relação aos seus usuários de que o modelo também empaque no KitKat e não receba o Android L, embora não seja uma certeza.
 
A velocidade nessas atualizações não é algo comum, mas a empresa parece estar correndo contra o tempo para aguardar a chegada do Android L. Provavelmente a fabricante já conta com a nova versão do Android há algum tempo para, assim como outras, poder adiantar a atualização o máximo possível para seus usuários, já que o KitKat 4.4.4 seria uma antecipação a isso. O que é uma ótima notícia para os consumidores.  
 Fonte: elandroidelibre

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