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Patente pode ter revelado detalhes sobre a câmera do iPhone 7

Boa parte dos recentes rumores sobre a próxima versão do iPhone apontam para o possível modelo mais fino já produzido pela Apple. Uma patente registrada pela empresa, porém, parece validar essa possibilidade e ainda, de quebra, oferece novos detalhes sobre a câmera do iPhone 7.
De acordo com o documento registrado na agência reguladora de patentes dos EUA, a Apple imagina um sistema que usa lentes duplas em uma teleobjetiva para a câmera do celular. Em resumo, uma teleobjetiva tem um alcance de foco muito maior em lentes fisicamente mais curtas.
Com isso, não só a Apple promete uma câmera de qualidade semi-profissional para um futuro iPhone, como também dá adeus ao "volume" abaixo do sensor que o destaca na traseira das edições anteriores do aparelho. Na prática, o usuário poderia ajustar com mais precisão o foco das imagens, além de contar com melhor resolução e zoom óptico graças à lente dupla.
O registro de uma patente, porém, não garante sem sombra de dúvidas de que a ideia será colocada em prática. Mesmo se for, não há como saber se a novidade será incluída já no próximo iPhone, que deve ser revelado pela Apple no segundo semestre. Por enquanto, porém, resta aos fãs da marca aguardar o anúncio oficial.










Via Techradar

Empresa chinesa 'fura' Apple e lança 1º celular sem entrada para fone de ouvido






Há meses circulam rumores de que o iPhone 7 seria lançado sem um conector para fones de ouvido, obrigando o usuário a usar a entrada USB-C, que serviria também para transferir arquivos e recarregar o aparelho. Mas mesmo que a Apple decida de fato fazer isso, não será mais uma inovação.
A fabricante chinesa LeEco passou na frente da norte-americana e lançou esta semana três novos celulares sem entrada para fones de ouvido. Trata-se do Le 2, Le 2 Pro e Le Max 2, aparelhos Android que usam o conector USB-C para essas múltiplas funções. A empresa também anunciou fones adaptados para esse sistema.
O Le 2 e o Le 2 Pro vêm com telas de 5,5 polegadas, 32GB de armazenamento, câmera frontal de 8MP, bateria de 3.000 mAh e um processador de 10 núcleos. O primeiro, porém, vem com câmera traseira de 16MP e 3GB de RAM; enquanto o segundo tem 21MP de câmera traseira e 4GB de RAM.
Já o Le Max 2 tem uma tela de 5,7 polegadas, processador Snapdragon 820, leitor de impressões digitais, bateria de 3.200 mAh, câmera frontal de 8MP e traseira de 21MP, incluindo aí um sistema de estabilização óptica, 64GB de armazenamento e 6GB de memória RAM.










Os preços variam de R$ 598 (no Le 2) até R$ 1.360 (na versão mais sofisticada do Le Max 2), considerando a conversão direta do yuan chinês para o real. Os modelos são vendidos apenas na China por enquanto.
Via Engadget

E agora, Apple? Pai pede que empresa desbloqueie iPhone de filho morto

A Apple passou dois meses teimando com o FBI que não iria desbloquear o iPhone do terrorista de San Bernardino, até que o governo norte-americano conseguiu sozinho acessar os dados do dispositivo. Agora, a empresa recebeu o pedido de um pai que quer desbloquear o smartphone do filho que faleceu.

O italiano Leonardo Fabbretti perdeu seu filho adotivo Dama para um câncer em setembro de 2015. O garoto de 13 anos passou os últimos meses de vida com o celular registrando os momentos com a família e o pai enviou um e-mail para Tim Cook pedindo a ajuda da empresa para recuperar as fotos. "Não me negue as memórias do meu filho", escreveu.

"Eu tinha dado ao meu filho um iPhone 6 quase nove meses antes de sua morte, que ele o usou o tempo todo. Ele queria que eu tivesse acesso, acrescentou a minha digital no desbloqueio ", disse o Fabbretti. "Infelizmente, ele não funciona quando o telefone é desligado e ligado novamente". O iPhone pede a senha numérica quando é reiniciado.

"Eu não posso desistir. Perdi meu Dama, vou lutar para ter os dois últimos meses de fotos, pensamentos e palavras que são mantidos reféns em seu telefone ", escreveu na mensagem enviada no dia 21 de março e que ainda não foi respondida.













Fabbretti entrou em contato primeiramente com as unidades da Apple na Europa, mas foi informado pela equipe técnica que era incapaz de abrir o telefone bloqueado. "Embora eu compartilhe de sua filosofia em geral, eu acho que a Apple deve oferecer soluções para casos excepcionais, como o meu", disse.

Ele afirma que entrou em contato com a Cellebrite, a empresa forense móvel israelense que supostamente ajudou o FBI a quebrar o iPhone do caso de San Bernardio, que acabou se oferecendo a desbloquear o telefone de seu filho de forma gratuita.

Via News

FBI desbloqueia iphone de terrorista sem ajuda da Apple

Nova York - O FBI conseguiu desbloquear o iPhone de um dos terroristas dos ataques a San Bernardino através de um método ainda desconhecido, mas sem a ajuda da Apple, segundo a agência de notícias Associated Press (AP). Com isso, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos encerrou nesta segunda-feira (28) o processo movido contra a empresa.

De acordo com o jornal "Washington Post", os promotores do caso escreveram que os investigadores "acessaram os dados contidos" no aparelho de um dos atiradores e não precisavam mais da ajuda da Apple.

Na última segunda-feira (21) a justiça americana já havia aceitado anular audiência a pedido do governo depois que o Departamento de Justiça afirmou que havia encontrado um método para desbloquear o smartphone.











Segundo a Apple, com isso a empresa não precisa ser forçada a ajudar no desbloqueio de outro aparelho em caso semelhante na cidade de Nova York.

No início de dezembro de 2015, pessoas armadas entraram num edifício em San Bernardino, na Califórnia, e mataram 14 pessoas e deixando outros 17 feridos. O tiroteio ocorreu no Inland Regional Center, uma instituição que atende "pessoas com deficiências de desenvolvimento".

Desde então, a Apple se negava a desbloquear o iPhone encontrado na casa de Syed Farook e Tashfeen Malik, o casal responsável pelo ataque, alegando que estabeleceria um precedente muito perigoso na proteção de dados dos usuários.

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Com Washington Post

Amadeu Maya Latino News Brasil

Apple lança iPhone SE, que custa US$ 399 e volta às quatro polegadas

A Apple lançou nesta segunda-feira (21) em evento o iPhone SE, que marca uma volta da empresa de tecnologia às telas de quatro polegadas para smartphones. O último celular da Apple com esse tamanho de tela foram os iPhones 5S e 5C, lançados em 2013, e marca uma contramão à tendência de telas cada vez maiores para telefones.
O novo aparelho grava vídeos em 4K, faz chamadas em wi-fi e é três vezes mais rápido que o iPhone 5S, lançado em 2013. Custará a partir de US$ 399 para o modelo com 16 GB de armazenamento interno --o com 64 GB terá preço de US$ 499-- com lançamento em 31 de março nos EUA (pré-vendas a partir de quinta-feira, 24) e em maio para 100 países.
O processador é o mais novo da Apple, o A9, de 64-bits. Será equipado com bluetooth 4.2, sistema operacional iOS 9.3 e um wi-fi mais rápido. A câmera traseira é de 12 MP, capaz de fotos em panorama de até 63 MP e vídeos 1080p com até 60 fps (frames por segundo) com Live Photos, recurso recente dos iPhones para fazer vídeos com momentos antes e depois das fotos. A câmera frontal traz recurso de usar a tela como flash.
Por seu tamanho menor e configurações modestas --ele não traz o 3D Touch, recurso da Apple que reage à pressão dos dedos na tela-- o novo iPhone dessa forma é um lançamento à parte na "família", que mantém os modelos 6S e 6S Plus, lançados no ano passado, como seus tops de linha. Eles só serão superados pelo iPhone 7, a ser lançado possivelmente no segundo semestre deste ano.










"Volta" às origens

O lançamento do iPhone 5se significa tanto uma reação da Apple à estagnação das vendas do iPhone --analistas estão prevendo queda nas vendas dos iPhones em 2016--quanto um passo atrás na tendência de crescimento das telas touchscreen para celulares.
Em 2013, o iPhone 5c foi lançado como uma "alternativa barata" ao top da época, o iPhone 5S. O preço do smartphone na época, para o modelo de 16 GB, era de US$ 99 (R$ 227) com contrato de dois anos com operadoras. Mas, desbloqueado, o aparelho custava US$ 549, preço considerado alto demais pelos críticos. O iPhone 5se de 2016, portanto, ficou um pouco mais barato.

Capinha transforma traseira de iPhones em segunda tela

A empresa popSLATE está desenvolvendo uma capinha para iPhones que transforma a parte traseira dos dispositivos em uma "segunda tela". Assim como a tela principal do dispositivo, essa segunda tela também é sensível ao toque, embora não seja colorida.

A popSLATE 2 acrescenta apenas 4 milímetros de espessura ao aparelho, mas possui uma bateria interna que promete estender em até 9 horas a duração da bateria do iPhone. Ela permite ao usuário escolher quais aplicativos irão interagir com ela e, quando ativada, mostra as notificações desses aplicativos na parte traseira do dispositivo, o que elimina a necessidade de ativar a tela para ver as horas ou notificações.

O display da capinha tem 4,3 polegadas (nas versões para iPhone 6 e 6S) ou 4,7 polegadas (iPhone 6 Plus e 6S Plus). Trata-se de um display "E-Ink", semelhante aos usados em e-readers como o Kindle e o Kobo, e ele também pode ser usado para acessar e ler e-books gastando menos bateria que a tela principal do aparelho. 











Ela também possui um aplicativo que permite configurar o que será mostrado na tela "de trás". Por meio de botões de toque na parte inferior da capinha, é possível navegar entre páginas de um livro digital ou de notificações, por exemplo. O vídeo abaixo mostra a popSLATE 2 em funcionamento:



Essa é a segunda capinha que a empresa desenvolve, e traz grandes avanços com relação ao modelo anterior. Além de ser 40% menor e mais leve, ela também consegue se carregar com junto com o iPhone. Basta conectá-lo a uma fonte de energia com o cabo Thunderbolt que a capinha acoplada a ele se carrega também.

O projeto atualmente está em fase de financiamento coletivo no Indiegogo, mas já arrecadou mais de US$ 577 mil - 770% de sua meta inicial de US$ 75 mil. É possível adquirir a popSLATE 2 por valores a partir de US$ 80, e a empresa pretende começar a despachar as capinhas a partir de julho de 2016.

Justiça Dept. Recursos no poder no caso do iPhone da Apple em Brooklyn

WASHINGTON - Na última vôlei em sua luta de alto nível com a Apple , o Departamento de Justiça, disse nesta segunda-feira que um juiz federal em Brooklyn tinha cometido um erro na semana passada em se recusar a pedir a empresa para desbloquear um traficante de drogas iPhone .

"A Apple não está sendo solicitado a fazer qualquer coisa que atualmente não têm a capacidade de fazer", os promotores do Departamento de Justiça disse que eles recorreram da decisão tomada na semana passada pelo Magistrado Juiz James Orenstein do Tribunal Distrital Federal para o Distrito Leste de Nova York.

Os promotores argumentaram que a sua demanda por ajuda técnica foi um pedido aplicação regular da lei - não é diferente das "dezenas" de vezes que a Apple tinha decidido cooperar casos antes deste - e que "em nada derruba o equilíbrio entre privacidade e segurança."

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Advogados e analistas de ambos os lados do debate criptografia estão observando o caso Brooklyn perto, porque eles acreditam que poderia prenunciar o resultado final do caso envolvendo um iPhone usado por um dos atacantes na fúria terrorista de dezembro, em San Bernardino, Califórnia.

Os dois casos são muito diferentes em alguns aspectos - um envolve uma investigação de alto nível contra o terrorismo, o outro um inquérito sobre um traficante de drogas de baixo nível - mas tanto o centro sobre se o Departamento de Justiça pode usar um estatuto 1789 a forçar a Apple a desbloquear um iPhone.

Desbloquear o iPhone no caso Brooklyn seria muito mais fácil para a Apple, porque envolve um dispositivo executando um sistema operacional mais antigo com criptografia simples.

No caso de San Bernardino, os advogados da Apple dizem que a empresa teria que criar um programa totalmente novo para entrar no iPhone usado por Syed Rizwan Farook, que juntamente com sua esposa matou 14 pessoas. Que o telefone estava executando o sistema operacional mais recente.

O caso San Bernardino oferece promotores que eles acreditam ser um caso de teste forte para estabelecer o poder do governo para forçar uma empresa de tecnologia para desbloquear a sua própria criptografia.

Entre os fatores que eles citam: A fúria Califórnia foi o maior ataque terrorista em solo americano desde 11 de setembro de 2001; Mr. Farook está morto; eo telefone era de propriedade de seu patrão - San Bernardino County, onde trabalhou como um especialista em saúde ambiental.

"O governo certamente acredita que eles têm um muito forte conjunto de fatos em San Bernardino," disse Eric A. Berg, um ex-advogado do Departamento de Justiça, que agora trabalha em questões de vigilância eletrônica em um escritório de advocacia Milwaukee. O caso Brooklyn, do outro lado, "turva as águas para eles no que eles estão tentando fazer."

Em sua decisão, na semana passada, o juiz Orenstein expressaram preocupação de que o governo estava reivindicando autoridade quase ilimitada para obrigar a Apple a cooperar com os pedidos de aplicação da lei. E ele observou que enquanto a Apple recusou-se a ajudar o Departamento de Justiça desbloquear este telefone específico, "Apple não está fazendo qualquer coisa para manter os agentes de aplicação da lei da condução da sua investigação."

Mas os promotores, em seu apelo na segunda-feira, afirmou que a Apple era na verdade ficar no caminho através da instalação de determinados recursos em seus produtos. "Software da Apple está impedindo ativamente a execução do mandado de busca de várias maneiras", disse o arquivamento, acrescentando que recurso de auto-apagar da Apple, que pode limpar o dispositivo limpo se a senha for digitada incorretamente 10 vezes ", é o equivalente tecnológico para barrando a porta. "

breve os promotores não teve abordar todas as preocupações do juiz Orenstein cerca overreach governo, dizendo que tais preocupações "ir muito longe do presente caso."

"Grande parte do raciocínio do juiz Orenstein parece ser motivado por uma preocupação voltada para o futuro para evitar abusos do governo futuro", disse o relatório. Supremo Tribunal precedente sobre a questão, acrescentou, proíbe juízes de "usando a especulação sobre futuros danos como base para barrar alívio em um caso específico."

Apple e seus defensores argumentam que forçar a empresa a criar o que eles dizem é uma "porta dos fundos" em torno de seus próprios controles de criptografia seria um precedente perigoso e ameaçar a segurança de centenas de milhões de usuários. Em um show incomum de apoio, cerca de 40 empresas e organizações têm arquivado cuecas em apoio da posição da Apple.

A Apple, em um comunicado após recurso do Departamento de Justiça, disse que "nós compartilhamos a preocupação do juiz que o mau uso da Lei Todos os Mandados" - a lei promotores estão citando em sua demanda - "iria começar-nos para baixo uma ladeira escorregadia que ameaça a segurança de todos e privacidade."

Timothy H. Edgar, um especialista em defesa das liberdades civis, disse que o resultado das exigências do Departamento de Justiça sobre a Apple pode, em última instância depender se os tribunais visualizar o "fardo" colocado em Apple como razoável.

Se os tribunais olhar para esse fardo, como simplesmente o número de horas de engenharia pode levar a Apple a desbloquear os telefones, o Departamento de Justiça tem um caso forte, disse ele. Mas se essa carga inclui segurança diminuída ou possíveis danos à reputação da Apple entre os seus clientes, o resultado pode ser diferente.

Michael Sussmann, um advogado de Washington e ex-promotor do Departamento de Justiça que trabalha em casos de vigilância electrónica, disse que achava que era duvidoso que o Supremo Tribunal seria um passo para a briga em breve, a menos que as decisões que surgem a partir de Nova York e Califórnia tribunais de apelação estão em directo conflito.

Em casos que envolvam novas tecnologias, ele disse: "O Supremo Tribunal gosta estes casos a se infiltrar nos tribunais inferiores por um tempo e deixar que a lei ser feita e observar como ele é feito antes de pisar dentro."

Novo smartphone de 4 polegadas da Apple poderá chamar-se iPhone SE

Novo smartphone de 4 polegadas da Apple poderá chamar-se iPhone SE
No começo do ano informamos que a Apple deverá lançar novos iPhones e iPads agora durante o mês de março; o iPhone, em particular, seria um dispositivo de 4 polegadas semelhante ao iPhone 5s, mas ao mesmo tempo, com um hardware atualizado, um dispositivo que segundo os rumores se chamaria “iPhone 6c”, algo que depois foi descartado em prol da nomenclatura “iPhone 5se”, porém, notícias recentes publicadas pelo 9to5Mac informam que essa versão especial do smartphone da Apple deverá chamar-se apenas “iPhone SE”, e caso isso seja de fato verdade, esta será a primeira versão de upgrade do iPhone a não carregar nenhum número em seu título.
A versão especial deverá ser lançada para estimular aqueles clientes que não fizeram upgrade para modelos mais recentes devido ao tamanho da tela, e a decisão da Apple em não colocar o “5” no título deve-se ao fato de que isso poderia confundir os clientes. O dispositivo deverá substituir o iPhone 5s como modelo de entrada, sendo oferecido sob os mesmos preços e condições de compra. O aparelho deverá trazer um chip A9 e co-processador M9, suporte ao “E aí, Siri”, Live Photos, câmera de 8 MP, NFC para o Apple Pay, módulos mais recentes para Wi-Fi, Bluetooth e Rede Celular e memória interna de 16GB e 64GB, sendo oferecido nas mesmas cores do iPhone 6s. O evento de lançamento deverá ocorrer dia 15 de março com chegada do aparelho às lojas dia 18, ou seja, apenas três dias após seu lançamento. Durante o mesmo evento também deveremos conhecer o iPad Air 3, que será basicamente uma versão menor do iPad Pro, além de uma nova linha de pulseiras para o Apple Watch.
Tags: appleiphone se

Apple encara 12 pedidos da Justiça dos EUA para desbloquear iPhones

A recusa da Apple em ajudar o FBI a obter acesso ao iPhone 5c de um dos autores do ataque terrorista de San Bernardino é a mais conhecida, mas a companhia também está resistindo a outras 12 ordens judiciais semelhantes. 
O Wall Street Journal reportou que o Departamento de Justiça está tentando compelir a Apple a ajudar a “quebrar” iPhones em doze casos que são todos baseados na mesma lei usada no caso de San Bernardino. Os detalhes ainda não estão claros, por que não foram a público, mas as fontes do WSJ disseram que eles não têm nada a ver com terrorismo. 
Muitos dos aparelhos nesses casos são também diferentes do iPhone 5c, por que eles rodam versões mais antigas do iOS que não são criptografadas por uma senha. 
Por que isso importa
O fato da Apple estar encarando na justiça pedidos similares, isso dá a companhia crédito no argumento de que caso acate o pedido do FBI, ela terá de acatar os outros, algo que prejudicaria a privacidade de seus clientes. 
Por sua vez, o Departamento de Justiça e o FBI dizem que a ordem judicial de San Bernardino só se aplica nesse caso específico e que a Apple seria capaz de supervisionar o processo e destruir qualquer software modificado criado para abrir o iPhone. Mas a Apple não tem comprado esse argumento.
“O FBI pode usar qualquer termo diferente para descrever essa ferramenta, mas não se engane. Construir uma versão do iOS que supere a segurança dessa forma criaria uma brecha”, disse o CEO Tim Cook em carta aberta publicada na semana passada. 
“E enquanto o governo possa argumentar que a usaria somente nesse caso, não há nenhuma garantia de tal controle”, completou. 

Apple diminui preços dos iPhones no Brasil

Após anunciar os novos iPhones de 4,7 e 5,5 polegadas, a Apple diminuiu os preços das versões antigas em todo o mundo, inclusive no Brasil. O iPhone 5s, que custava a partir de R$ 2.799, passou a ser vendido por R$ 2.199. Também houve redução no iPhone 5c, que agora pode ser encontrado por R$ 1.499, mas apenas no modelo com 8 GB de armazenamento.

Na loja online da Apple, o iPhone 5s agora está disponível apenas nas capacidades de 16 GB e 32 GB, por R$ 2.199 e R$ 2.599, respectivamente, nas cores prateado, dourado e cinza espacial. O modelo de 64 GB não está mais sendo vendido. Como de costume, a empresa oferece 10% de desconto para pagamentos à vista, fazendo o valor cair para a partir de R$ 1.979,10.


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Quem quiser comprar um iPhone 5c terá que se contentar com apenas 8 GB de espaço. O novo preço da Apple é de R$ 1.499, ou R$ 1.349,10 para pagamentos à vista. Anteriormente, o aparelho era vendido também nas versões de 16 GB e 32 GB, custando a partir de R$ 1.999. As cores continuam as mesmas: branco, rosa, amarelo, azul e verde.
Lançado em 2011, o iPhone 4s continua sendo vendido no país por R$ 1.099. Assim como os aparelhos mais recentes, ele também receberá atualização para o iOS 8 a partir de 17 de setembro, mas possui apenas 8 GB de espaço e uma tela Retina, agora “minúscula”, de 3,5 polegadas — a economia em relação ao iPhone 5c, que já traz um visor maior e um processador atualizado, talvez não seja vantajosa.
A Apple ainda não anunciou o preço dos novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus nem a data de lançamento para o Brasil.

Quatro anos depois, as promessas da fábrica de iPhones no Brasil estão longe de serem cumpridas

Cerca de 100 mil empregos e mercado mais competitivo. Era o que se esperava da fabricação de iPhones e iPads no Brasil pela Foxconn. Mas, quatro anos se passaram desde o anúncio da empreitada e, como se vê, pouca coisa mudou.



É fato que a produção local existe há algum tempo: a linha iPhone começou a ser montada em uma fábrica da Foxconn em Jundiaí, interior de São Paulo, no final de 2011. A montagem de iPads começou em maio do ano seguinte. Mesmo assim, os preços para o consumidor final praticamente não sofreram redução.

As vendas permaneceram em crescimento, entretanto. Essa constatação e os benefícios fiscais oriundos da produção nacional fizeram a Foxconn anunciar, em 2012, um investimento inicial de R$ 1 bilhão na construção de um parque industrial em Itu, também no interior de São Paulo.
Essa unidade ficaria responsável pela produção de componentes eletrônicos – se não todos, boa parte deles destinados aos dispositivos da Apple. A produção começaria no início de 2014 e, no decorrer dos anos seguintes, traria tecnologia, empregos e, eventualmente, preços menores para o mercado brasileiro.
Fábrica da Foxconn em Jundiaí (Créditos: Fabiano Accorsi/VEJA)
Fábrica da Foxconn em Jundiaí (Créditos: Fabiano Accorsi/Veja)
Mas já estamos no segundo trimestre de 2015 e o local da fábrica permanece vazio. A Foxconn não explicou os motivos, mas dá para presumir alguns: o declínio da economia brasileira e, principalmente, os baixos índices de produtividade em relação a outros países.
Não há consenso sobre as causas da baixa produtividade brasileira, mas a excessiva burocracia e a falta de investimentos em inovação certamente colaboram para esse cenário tão negativo.
Nesse sentido, na ocasião do anúncio da produção nacional de iPhones, o governo federal chegou a prometer US$ 12 bilhões em investimentos para alavancar o setor tecnológico do país, mas, até agora, não há nenhum sinal do dinheiro.
Falta de mão de obra especializada também costuma ser uma causa, mas esse não parece ser o caso da Foxconn: na unidade de Jundiaí, trabalhadores afirmam que só há postos que exigem pouca qualificação. Consequentemente, as queixas sobre baixos salários e falta de perspectiva de carreira são constantes.
Apesar de tudo, a Foxconn afirma que o plano de levantar um parque industrial em Itu continua, mas com novos prazos. A primeira fase de operação deve ter início no final do ano, fazendo a quantidade de funcionários da companhia no Brasil chegar a 10 mil. Trata-se de um número bem abaixo dos 100 mil empregos prometidos em 2012, mas, considerando as circunstâncias, é alguma coisa.
A Apple não comentou o assunto.

Com informações: ReutersApple Insider

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iPad mini 3 é lançado com Touch ID


Depois de a Apple revelar o iPad mini 3 acidentalmente horas antes do evento oficial, finalmente fomos apresentados ao novo tablet de 7,9 polegadas da gigante de Cupertino. Diferente do iPad Air 2, o novo iPad mini traz poucas inovações em relação ao seu antecessor, evoluindo apenas na inclusão do sensor biométrico Touch ID e uma versão na cor dourada.

Apple preferiu investir mais no tablet maior, que incorporou o novo processador A8 e sofreu uma redução na espessura (ponto muito destacado no lançamento). Quanto a terceira geração do iPad mini, temos a mesma câmera iSight de 5MP, 2GB de memória RAM e a tela Retina encontrados no iPad mini 2.

Foi preciso entregar algo novo na linha mini, mesmo com poucas alterações, porque após o lançamento do iPhone 6 Plus e sua tela de 5,5 polegadas os olhares acabaram sendo atraídos para essa solução ainda mais “portátil”. A inclusão do Touch ID também é a garantia de suporte adequado para a tecnologia Apple Pay, para pagamentos de contas. 

iPad mini 3 é lançado com Touch ID
Desde sua chegada ao mercado o iPad mini tem sido sempre um dos favoritos do público, agora terá que dividir as atenções com os novos iPhones e os concorrentes de peso com sistema Android, como o também recém chegado Google HTC Nexus 9.

Os preços do iPad mini 3 começam em US$ 399 para a versão com 16GB e Wi-Fi, para as versões com 64GB e 128GB temos US$ 499 e US$ 599, respectivamente. A versão com Wi-Fi + 3G custará US$ 130 mais caro que os modelos apenas com Wi-Fi. Os interessados já podem fazer a reserva a partir de hoje, 17, com envio garantido para a partir da próxima semana. 
Outra boa notícia é que, com a chegada do iPad mini 3, a Apple continuará vendendo o iPad mini 2 com 16GB (US$ 299/US$ 429) e com 32GB (US$ 349/US$ 479). O modelo original com 16GB sem tela Retina também está disponível com novos preços (US$ 249/US$ 379). 

Tags: ios 8, ipad mini, ipad mini 3, touch id

Novo iPad mini da Apple começa a ser vendido

A Apple anunciou nesta terça-feira, 12, que começou a vender seu novo tablet iPad mini com tela de retina. A Apple apresentou seu novo gadget no dia 22 de outubro, junto com o iPad Air, mas disse que o mini começaria a ser vendido em novembro, sem especificar a data.

A Apple é a a maior vendedora de tablets do mundo, apesar de sua participação no mercado ter caído em meio à concorrência de suas rivais. Analistas dizem que o preço menor do iPad mini corresponde a mais da metade das vendas de tablets da Apple, embora a empresa não tenha divulgado dados detalhados sobre as vendas.
A Apple anunciou nesta terça-feira, 12, que começou a vender seu novo tablet iPad mini com tela de retinaO presidente da Apple, Tim Cook, afirmou recentemente que ele espera que a demanda supere a oferta de iPad mini durante o período de vendas de fim de ano. "Não está claro se teremos o suficiente para o trimestre ou não", disse ele em outubro. "Sabemos quantos teremos, mas você não sabe realmente a demanda até que você comece a vender, então vamos ver como acontece".
A Apple não informou em quais países o iPad mini estará imediatamente disponível. Em outubro, a companhia disse que os novos tablets seriam vendidos em mais de 40 mercados em todo o mundo.
"A resposta ao iPad Air tem sido incrível e estamos ansiosos para que os clientes experimentem o novo iPad mini com tela de retina", disse Philip Schiller, vice-presidente sênior de marketing da Apple.
"Acreditamos que os clientes vão amar esses dois novos iPads leves e finos e estamos trabalhando duro para colocar o máximo (de iPads) nas mãos de nossos clientes".
O iPad mini está sendo vendido na loja online da Apple e por varejistas e operadoras de celular a partir de US$399 para clientes nos EUA. O antigo iPad mini está sendo vendido por a partir de US$299.

Como cortar chip para colocar no iPhone 5

Como cortar chip para colocar no iPhone 5

 Com o lançamento recente do novo iPhone 5,a Apple mudou novamente o padrão de formato do chip (SIM).Antes no iPhone 4S o formato aceito era o MicroSIM 3FF ,agora no iPhone 5 o formato é NanoSIM 4FF


MicroSIM e NanoSIM

Para transformar seu chip atual em um NanoSIM para utilizar no iPhone 5,é necessário cortá-lo para que o mesmo fique com a mesma medida e formato do NanoSIM.
 O NanoSIM tem as seguintes dimensões 12,3mm x 8,8mm ,veja a imagem de exemplo:

Cortar chip para colocar no iPhone 5
Clique na imagem para ampliar

Corte com cuidado para não danificar seu chip,vale lembrar que alguns tipos de chip não são compatíveis,por tanto antes de cortar seu chip verifique se a medida 12,3mm x 8,8mm ultrapassa o centro de metal (terminais do chip) como o chip da imagem acima,se não ultrapassar você não poderá cortá-lo.

Processo de seleção pra trabalhar na Apple Store Brasil, você quer tentar?

Há cerca de um ano se arrasta a promessa de uma Apple Store no Rio de Janeiro e não há indicações de que essa loja seja aberta logo. O último rumor apontava para dezembro, mas a empresa estaria com dificuldade em encontrar gente qualificada. Dificuldade, aliás, que permanece, pois as vagas ainda estão abertas.

Sempre que se fala sobre o problema da Apple em conseguir contratar pessoas no Brasil vem uma avalanche de reclamações. O Olhar Digital conversou com pessoas formadas e com bom histórico profissional que enfrentaram o processo seletivo e não conseguiram, mesmo nos casos em que o candidato era fã da marca e conhecia bem seus produtos. Isso acontece porque, no caso da Apple, o impasse tem sido cultural.

"O Brasil tem um problema muito sério de atendimento, é raríssimo encontrar uma empresa que tenha bom atendimento por aqui", aponta Mayra Fragiacomo, consultora de carreira da Job Transition. A especialista esclarece que, como o padrão da Apple é muito elevado, a empresa também rala para encontrar funcionários ideais em outros países. Só que no Brasil o mau atendimento já está enraizado. "Nosso telemarketing é motivo de piada e aqui você é mal atendido até no McDonald's."

Processo Apple
Faz um bocado de tempo que a Apple está com vagas em aberto no Brasil. Só na área de varejo são "várias" em pelo menos 13 posições, incluindo encarregado de estoque, Genius e cargos de liderança (confira). Quem se candidata, porém, tem de saber que não é só o currículo que será avaliado.


Em certos aspectos o processo seletivo é bem parecido com o de outras empresas modernas de tecnologia como Google, Facebook e Microsoft. Questões tradicionais como "qual é o seu maior defeito?" são trocadas por "o que você faria para não ser contratado?", eles te perguntam sobre seus maiores micos e aplicam uma série de testes aparentemente sem sentido. "Isso é feito justamente para ver como o profissional se sai quando tem de fugir do comum. A pessoa está mais do que pronta para perguntas de entrevistas, existe até roteiro pra isso, mas uma pergunta surreal coloca o candidato em uma situação adversa e testa como ela sai dela", observa Mayra.

No caso da Apple o que acontece é mesmo uma experiência de contratação. No Brasil a primeira etapa é realizada no Windsor Barra Hotel, na Barra da Tijuca, onde, de dez em dez, os candidatos são recepcionados com palmas ao som de "I Gotta Feeling", da banda Black Eyed Peas. Quatro funcionários da empresa participam da recepção, mas só três deles conduzem as entrevistas - dois homens brasileiros e uma mulher que foi gerente de loja na Espanha e agora comandará a unidade carioca.

Na mesa, para incentivar os candidatos a falar, cada um conta fatos curiosos ou engraçados de suas vidas, além de fazer declarações desconexas como "meu nome é Fulano, tenho um carro prata, gosto da cor azul". "Me senti entrando em uma sociedade secreta onde contamos nossos segredos para serem usados futuramente contra nós, caso saíssemos da linha", relata o operador de sistemas Gledson Luis Torres da Silva, de 36 anos, que participou do processo neste ano. "Mas eu entrei na onda e disse as minhas loucuras também."

Sensação parecida teve o comerciante Alessandro Freitas Lustosa, de 26 anos. Formado em Direito, ele se ofereceu para atuar como especialista ou Genius por ser, como admite, "apaixonado" pela marca, mas ainda não descobriu o que a Apple busca. "Não consigo entender o critério de seleção."

Por que não?
Nenhum dos candidados barrados no processo de seleção é informado sobre os motivos que levaram a empresa à recusa, o que afasta alguns da segunda tentativa. "Eu trabalhei com vendas, conheço a fundo todos produtos, sei até arrumá-los, e tinha gente lá que nem sabia falar o nome da Apple", afirma Lustosa. Mesmo assim, ele não passou. "Só recebi um e-mail no dia seguinte dizendo que infelizmente eu não entraria."

Ele está entre os que tentarão novamente, mesmo com ressalvas. "Eu até pretendo me candidatar de novo, mas pode ser perda de tempo porque não sei qual é o critério deles. Além disso, as vagas de especialista pedem gente para trabalhar de segunda a segunda, inclusive feriados - mas com uma escala de folgas."

Segundo a consultora Mayra, trata-se de um procedimento comum que a companhia da maçã deveria evitar. A maioria das empresas não diz aos pretendentes o que faltou para se enquadrarem em suas vagas, caberia a nomes como a Apple mudar isso. "É o maior pecado deles", diz. "O processo é muito legal, mas eles poderiam finalizar também 'fora da caixa' explicando o motivo da não contratação." Procurada, a Apple preferiu não se pronunciar.
A falta de feedback, claro, não é a única coisa que afasta possíveis talentos. O próprio modelo de seleção - novidade para a maioria - soa confuso, mas Mayra explica que ele reflete o dia a dia da empresa: oferece um ambiente descontraído, mas exige o melhor de cada, mesmo que subjetivamente.

"Eu não vejo razão em participar de um processo em que eu não sei o que está sendo avaliado, ou quanto vale ser louco, falar coisas desconexas... é muito ruim ser avaliado por algo que não é a sua competência, em si, e sim um perfil que a maioria dos brasileiros não tem", reclama Silva. "Até participaria de novo desse tiroteio às escuras, mas que é esquisito é."

FONTE; OLHAR DIGITAL

Jailbreak compensa?

O aparelho iPhone produzido pela empresa Apple é sem sombra de dúvidas um grande sucesso em todo o mundo, a cada geração lançada mais e mais unidades são vendidas batendo recordes em vendas, e devido a isto existe um programa chamado Jailbreak que você instala em seu iPhone para o desbloquear, fazendo assim com que ele passe a ter mais funções do que as funções bastante limitadas pela Apple. Segundo pesquisas apontam, a maioria das pessoas optam por instalar o Jailbreak em seu gadget para ter mais funcionalidade no aparelho, além do que este processo embora seja um pouco complicado, existem diversos tutoriais que ensinam o passo a passo para realizar o processo, inclusive em vídeos encontrados facilmente. 
Jogos e aplicativos que são pagos na Appstore, que é a loja oficial da Apple, acabam saindo gratuitos através do Cydia, que é um programa instalado após a realização do Jailbreak em seu aparelho, lembrando que os aplicativos ficam disponíveis de acordo que vão sendo crackeados e liberados para download, aumentando assim a funcionalidade deste desbloqueio. Mesmo havendo diversas explicações sobre como fazer o Jailbreak, este software não é legalizado pela Apple, sendo assim não há garantia alguma caso aconteça algum problema durante o processo, tendo em vista que diversos fatores simples podem acabar causando problema, como o sistema operacional do computador que você estiver utilizando para realizar este processo, por exemplo, qualquer passo feito errado poderá trazer problemas maiores. 
No fim das contas o Jailbreak compensa para quem quer dar mais liberdade ao seu iPhone, tendo acesso a milhares de aplicativos gratuitos, temas, jogos e diversas funcionalidades que são pagas através do iOs sem o desbloqueio Jailbreak. Portanto vale ressaltar que qualquer atitude para desbloqueio depende única e exclusivamente de você, sem nenhum tipo de garantia contra qualquer possível problema. 

Conheça as novidades do OS X Mavericks e veja se vale a pena atualizar

Nesta segunda-feira (10), durante a WWDC 2013, a Apple revelou a mais nova versão do seu sistema operacional para computadores, o OS X Mavericks, que será disponibilizado ainda hoje em versão developer preview. Craig Federighi, vice-presidente de engenharia de software da empresa, foi o responsável pela apresentação e realizou algumas demonstrações das novidades do update.
WWDC lançou o Mac OS Maverick (Foto: Fabrício Vitorino)WWDC lançou o OS X Mavericks (Foto: TechTudo / Fabrício Vitorino)
O primeiro recurso apresentado foi o chamado “Finder Tabs”, ou seja, abas para o finder. A novidade é simples: agora, cada programa poderá ter sua própria aba no finder. Ainda haverá a funcionalidade multijanelas, mas com o opcional de se navegar entre as janelas, tudo concentrado no mesmo espaço. Cada tela, agora, é independente, o que facilita a interação entre os softwares. “Agora que temos várias abas, se tornou muito melhor trabalhar e copiar documentos no OS X”, disse Craig.
Novo Mac OS X  (Foto: Fabrício Vitorino)Novo Mac OS X (Foto: Fabrício Vitorino)
Outra novidade interessante é a inclusão de tags no finder. Ou seja, será possível marcar arquivos salvos com palavras-chave e, então, fazer buscas por elas no finder, o que é uma praticidade bastante interessante. Assim, o OS X vai exibir uma lista de documentos marcados com aquela tag pesquisada nos resultados das pesquisas. Mais prático, mais simples e mais eficiente.
Múltiplos monitores
A utilização do sistema em máquinas com múltiplos monitores também foi destacada na apresentação. A partir do OS X Mavericks, será muito mais fácil trabalhar desta forma. A transição de conteúdo de uma tela para outra, por exemplo, poderá simplesmente ser feita arrastando e soltando o que você quer para o monitor adequado. É possível abrir o dock e menus em dois dispositivos, assim como ver conteúdo em tela cheia.
Telas múltiplas no OS X Mavericks (Foto: Fabrício Vitorino)Telas múltiplas no OS X Mavericks (Foto: Fabrício Vitorino)
Economia de bateria e melhor performance
Com o novo OS X Mavericks, as atividades da CPU dos aparelhos será reduzida em 72%, melhorando a performance do MacBook. Em sua demonstração, Craig explicou como as características de um sistema podem consumir bateria e destacou que tecnologias foram inseridas no novo S.O. para que o consumo de bateria seja ainda mais eficiente. Com a melhoria neste quesito, a abertura de apps está em média 1,4x mais rápida no sistema.
Um dos destaques neste quesito é a tecnologia App Nap, que consiste no seguinte: o OS X Mavericks oferece um controle personalizado do consumo de bateria e pode também ser configurado para tomar decisões de economia, como fechar apps que estão inativos. Com isso, a ideia da Apple é não só produzir mais como gastar menos. Otimização é a palavra-chave do OS X Mavericks.
Benchmark do Safari rodando no OS X Mavericks (Foto: TechTudo/Fabrício Vitorino)Benchmark do Safari rodando no OS X Mavericks (Foto: TechTudo/Fabrício Vitorino)
Mantendo a linha economia, Federighi afirmou que o navegador Safari gasta muito menos energia que o Google Chrome e o Firefox, além de ter apresentado novas funções para o browser. As principais são uma aba com bookmarks e uma lista de leitura que possibilita rolar o mouse por artigos. O conteúdo, aliás, pode ser sincronizado com redes sociais – o Twitter e o LinkedIn.
Notificações, iBooks, Keychain, mapas…
A apresentação, que durou pouco mais de 40 minutos, ainda teve outros anúncios bem significativos, como as notificações por push que chegaram ao Mac. Agora, com a nova versão do sistema, irão aparecer pequenos alertas no canto direito superior quando você receber um e-mail, por exemplo.
Foi lançado ainda o iCloud Keychain, que reúne senhas de diversos serviços e permite o login por meio de um único local, além de uma versão do iBooks (loja de livros digitais da Apple) para o Mac, pequenas mudanças no iCal (calendário da Apple) e também o Maps, lançado na última versão do iOS e adaptado para o Mac, com direito à navegação 3D e integração com rotas visualizadas no smartphone.
iCalendar também ganhou novidades (Foto: Fabrício Vitorino)iCalendar também ganhou novidades (Foto: Fabrício Vitorino)
Com todas estas novidades, o OS X Mavericks estará disponível a partir desta segunda-feira (10) em uma versão Developer Preview e, até setembro, a versão final será liberada para os consumidores.
via Tech Tudo

Infográfico: A batalha das App Stores

Explicando o Jailbreak, Cydia, e pirataria no iOS

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É comum que usuários de iPhones e iPads ouçam falar de termos como “Jailbreak” ou “Cydia”, e que eles se relacionam à pratica de pirataria. Para separar o que é verdade do que é mito, o Showmetech preparou o texto abaixo, tentando explicar de forma clara o que estes termos e procedimentos significam. Veja abaixo:

Jailbreak:

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O Jailbreak é um processo de remoção das limitações impostas pela Apple sobre o sistema que roda em seus smartphones e tablets, o iOS. E através da exploração de falhas do sistema, permite o chamado acesso root (ou acesso à pasta raiz), dando total controle da estrutura de arquivos do sistema (permissão de administrador) ao usuário. Após a execução de ferramentas de Jailbreak no seu iDevice, você será contemplado com um aparelho que possui agora além de todas as funções originais do iOS, também um app novo, o Cydia.
O conceito de Jailbreak é na verdade antigo e caminha junto com o próprio desenvolvimento do iOS. Desde 2007, quando do lançamento do sistema iPhone OS 1.1.1 (não era iOS na época), presente nos iPhones e iPod touch, já existia uma maneira de fazê-lo, através da ferramenta JailbreakMe, e que trazia consigo o Installer.app, que se assemelha ao atual Cydia.
Durante a história do iOS, muitas ferramentas para fazê-lo foram desenvolvidas com esse fim, como o JailbreakMeZiPhonePwnageToolQuickPwnRedsn0wPurplera1nBlackra1nSn0wbreezeSpiritGreenpois0nAbsintheEvasi0n, todos trazendo em sua essência a permissão de acesso em nível de administrador à estrutura de arquivos do iOS.

Cydia:

jailbreak-ios-6-1-2
Como uma alternativa ao Installer.appJay Freeman (Saurik) lançou ainda em 2008 a primeira versão deste que pode ser considerado como um gerenciador de repositório de arquivos, semelhante ao existente no Linux, que vem instalados após o método de Jailbreak, e que através do uso de repositórios, permite rodar sobre a camada MobileSubstrate novos “apps” e também modificações no sistema iOS.
Tal camada, MobileSubstrate, permite que, de uma maneira segura, possamos instalar modificações diversas no iOS, trazendo alterações tanto em usabilidade como na aparência. Caso alguma dessas modificações venha a causar algum dano ao iOS, o MobileSubstrate entra em ação desativando tudo que esta sob ele, deixando iOS em modo de segurança (safe mode, em inglês), que nada mais é do que o sistema iOS original, sem nenhuma alteração ou aplicativos instalados a partir do Cydia (nem o próprio Cydia fica disponível), o que torna bastante seguro seu uso.
Dentro do Cydia existem repositórios pré-instalados como o BigBossZodTTD & MacCiti, entre outros, que por sua vez disponibilizam diversos aplicativos como emuladores de outras plataformas, ringtones, temas, wallpapers, alterações no comportamento do sistema, modificações extremas na aparência e muitas outras ferramentas interessantíssimas. Tais ferramentas podem ser gratuitas e também pagas. Isso mesmo, o Cydia comercializa “aplicativos” de maneira semelhante à AppStore, com opções gratuitas e pagas.
Mas, por ser livre, o Cydia também permite que possamos adicionar novos repositórios, e é aí que mora a má intenção. Há repositório idôneos que podem ser adicionados para conseguir novas ferramentas, como o desbloqueio de operadora, que é simplesmente um “app” (invisível) que instalamos a partir do Cydia, ou ativar o FaceTime no 3GSSiri no iPhone 4, dentre outros. Mas há também repositórios que pirateiam as ferramentas e aplicativos existentes no Cydia, ou seja, se não pagar por um determinado “app” dentro do Cydia, ainda poderá consegui-lo de maneira ilegal, pirateada (já a Apple considera tudo o que está no Cydia como ilegal).

Não é Pirataria, é tecnologia!

Se sabemos que após o Jailbreak temos o novo “app” Cydia no nosso iPhone, e que ele é na verdade um gerenciador de repositórios que disponibilizam ferramentas e apps alternativos, mas não piratas, por que será que a Apple luta para classificar essa prática como ilegal ou como pirataria?
Podemos dizer que o uso do Jailbreak e Cydia permite que usuários usem apps pirateados. Mas essa não precisa ser a regra. É possível usá-los de forma legalmente permitida e assim usufruir de toda a vastidão de modificações de sistema e aplicativos que hoje são disponibilizados pelo Cydia de maneira idônea – gratuita ou paga. Basta se atentar aos tutoriais disponíveis na internet e evitar qualquer tipo de conteúdo pirateado.

Segurança:

Caso você queira entrar nesse mundo paralelo aos serviços da Apple, é sempre bom manter precaução e ler bem os tutoriais. Lembre-se que estes procedimentos trazem riscos maiores de segurança do que o uso tradicional de iDevices, simplesmente pelo fato de que você está liberando mais acessos aos apps ali instalados. Ou seja, um desenvolvedor mal-intencionado pode se aproveitar destas “permissões” para acessar arquivos ou causar danos ao aparelho.
Noutras palavras, tente sempre entender bem o que você está permitindo e, claro, tenha cautela.


Leia mais em: showmetech 

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