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Conheça o cérebro mais estranho já descoberto pela Ciência

À primeira vista, a imagem acima lembra bastante o blobfish, o peixe considerado o animal mais feio do mundo. Mas não se assuste com a revelação. Na realidade, a imagem ilustra o cérebro mais estranho já encontrado pela Ciência.
O órgão em questão, que não apresenta as rugosidades características do cérebro, pertenceu a um adulto que morreu em 1970 e residiu próximo ao que é hoje o North Texas State Hospital, um centro de saúde mental. Estas informações, contudo, são tudo o que os cientistas sabem até agora.
O recipiente que contém o cérebro possui apenas um número de referência, mas o microfilme que possuía os registros do paciente está perdido. Isso impede os cientistas de supor qualquer aspecto da vida do ex-dono do órgão, o que poderia ser possível com os documentos perdidos.
Conheça o cérebro mais estranho já descoberto pela Ciência
A etiqueta do recipiente também informa que o paciente era portador da Lisencefalia, palavra que literalmente significa “cérebro liso”. Trata-se de uma formação rara caracterizada pela microcefalia (tamanho do cérebro reduzido) e ausência de circunvoluções. A condição geralmente leva à morte antes dos 10 anos de idade.

O que a Ciência diz?

O Professor David Dexter, do Imperial College London, disse nunca ter visto algo assim antes. De acordo com ele, “nós já recebemos exemplares onde certos sulcos estão faltando, mas nada comparado a este cérebro”. Dexter afirma que não é uma surpresa a pessoa ter sobrevivido até a idade adulta, principalmente considerando a capacidade adaptativa do cérebro, porém, ele imagina que o indivíduo tenha sofrido com defeitos psicológicos graves.
Cientistas têm estudado a estrutura desse cérebro para aprender mais sobre ele. Apesar de os esforços poderem resultar em mais aprendizado sobre o órgão em si, a identidade e os detalhes da vida da pessoa que possuía este extraordinário cérebro parecem ter sido perdidos para sempre.

Nova data do “Fim do Mundo” – 16 de Março de 2.040

Asteroide.jpg
A NASA já identificou milhares de rochas espaciais próximas da Terra. Desses cometas e asteróides, somente 10% possuem um tamanho que impõe um risco de desastre ao nosso planeta. E um deles é o asteróide 1950 DA.
Essa rocha de 1,1 quilômetros de largura foi descoberta em fevereiro de 1950. Astrônomos a haviam avistado por 17 dias na ocasião, e a rocha só foi vista novamente no final do ano 2.000.
De acordo com cálculos envolvendo a trajetória do asteróide, ele se aproximará da Terra no dia 16 de março de 2.040. E os cientistas não descartam a chance de colisão – estimativas atuais revelam que a possibilidade de impacto é de 1 em 300, um número que, embora pareça pequeno, representa um risco 50% maior do que a média dos demais asteróides mapeados até o momento.
No entanto, ainda é cedo para nos preocuparmos com ele. Durante todo esse tempo, a trajetória do asteróide pode ser alterada por diversos fatores, como interações gravitacionais de outros corpos do sistema solar. Além disso, muitas características da rocha ainda não foram descobertas, como massa, taxa de rotação, refletividade e composição – todas essas características podem afetar a sua movimentação.
Os astrônomos terão uma nova chance de estudar o corpo celeste apenas em 2022.

Iniciação Cientifica – O que é, Como Fazer?

Como o próprio nome já diz é uma iniciação. O estudante de graduação inicializará um estudo sobre determinado e defendendo o seu resultado. Esse resultado pode ser positivo ou negativo, ou seja, se for positivo o estudante alcançou o resultado que pretendia no começo do trabalho, caso contrário é negativo.

Como Fazer a Iniciação?

Tanto o aluno quanto o professor podem se procurar para fazê-la. Geralmente os alunos que faltam e não tem nota não são escolhidos. Os bons sempre são escolhidos a dedo e representam a faculdade muito bem com estes trabalhos. Quando o tema é bom deve e é levado ao Congresso para ser apresentado para mais pessoas e quem sabe o estudo mais a fundo.

Iniciação Remunerada ou Não?

Existem dois tipos de iniciação, a remunerada e a não remunerada. Algumas instituições auxiliam estes alunos e uma delas é a Fundap, que paga com uma bolsa para o aluno estudar. Estas são as mais concorridas entre os estudantes e precisam ser enviados para a aprovação. As iniciações que não são pagar são menos concorridas por não ganhar a remuneração.

Benefícios de Fazer Iniciação Cientifica

- O que mais conta quando faz uma iniciação é o currículo escolher que ganha peso. No mercado de trabalho um recém-formado que tenha esse “a mais” passa fácil a frente de quem não tem. É uma carga que cansa muito, principalmente se continuar a estudar o assunto depois.

- Não é preciso trabalhar em outro lugar. As pesquisas são feitas dentro da Universidade, a não ser que as pesquisas necessitarem de coleta de dados em um campo de atuação.


- É possível fazer em dupla e aproveitar o TCC. O estudo em dois é mais fácil por dividir o trabalho, porém não são os dois que ganham bolsa e sim apenas um. Quem não ganha bolsa pode aproveitar o tema no TVV, o que acelerar o processo de finalização do curso, afinal sem o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) não conclui a faculdade. Procure pelo professor da sua área e faça a pesquisa.

Risco de Interferência: Campo magnético do Sol irá inverter nas próximas semanas

O campo magnético do Sol está à beira de virar de cabeça para baixo.

Estima-se que os pólos sul e norte irão se inverter. O fenômeno ocorre uma vez a cada 11 anos e vai formar um “efeito cascata” em todo o sistema solar. Isso poderá gerar uma “tempestade galáctica” geomagnética, podendo interferir nos satélites terrestres e gerar bloqueios em ondas de rádio.
A NASA emitiu um comunicado em agosto que a mudança ocorreria de 3 a 4 meses, mas é impossível dar uma data específica. Espera-se que a mudança dos pólos ocorra nas próximas semanas.
Quando o Sol tem manchas perto do equador em sua superfície, onde existe uma atividade magnética mais intensa, isso é sinal que os pólos estão próximos da virada, ciclo este que ocorre 1 vez a cada 11 anos.
Todd Hoeksema, cientista do Observatório Solar Wilcox, da Universidade de Stanford, que acompanha o fenômeno desde 1975, disse: “É como uma espécie de maré entrando ou saindo. Cada pequena onda traz um pouco mais de água e, eventualmente, chega à reversão completa”.
As últimas observações mostraram que o Sol tem dois pólos atualmente no sul, o que simboliza que o processo de mudança está em andamento: “O pólo norte já mudou de sinal, enquanto o pólo sul está começando”, disse Hoeksema.
Em breve, no entanto, ambos os pólos serão revertidos e, no segundo semestre, teremos a máxima energia solar a caminho”, complementou.
Durante a troca da atividade magnética de nossa estrela, erupções solares serão enviadas em nossa direção e para todos os outros planetas do Sistema Solar.
Estas erupções podem interagir com o nosso próprio campo magnético, provocando um aumento na ocorrência de auroras ou luzes no norte.
Explosões maiores poderão interromper comunicação de rádio, sistemas eletrônicos e causar danos em satélites, causando riscos nos voos de companhias aéreas em rotas polares. Também poderão ocorrer bloqueios de energia em alguns pontos.
A última vez que a Terra teve seu campo magnético invertido foi há mais de 800.000 anos.

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