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Spotify chega ao Brasil com plano gratuito e assinatura mensal

Spotify finalmente chegou ao Brasil, após lançar seus serviços em 56 países. A estreia do popular serviço de streaming de música foi anunciada nesta quarta-feira (28), em um evento realizado em São Paulo, que contou com a presença de artistas, como Gaby Amarantos. Antes disso, o líder mundial do segmento estava disponível no país apenas para testes, aberto para poucos usuários por meio de convites.

Diretor do Spotify para a América Latina fala no lançamento nacional do serviço (Foto: Paulo Alves/TechTudo)

O diretor do Spotify para a América Latina, Gustavo Diament, esteve presente no lançamento nacional. Na ocasião, o executivo garante a disponibilização de conteúdo local vasto, com álbuns completos de artistas populares como Thiaguinho, Luan Santana e Valesca Popozuda. Os indies Tulipa Ruiz, Vanguart e os convidados do evento também têm seus discos no serviço, entre outras centenas de opções em todos os estilos.

“Já temos curadoria e playlists locais realizadas por usuários e artistas brasileiros, com um acervo bem completo”, diz Diament. A preferência dos usuários brasileiros, porém, aponta para artistas internacionais: músicos como Calvin Harris, Pharrel Williams, Lorde, além da banda Coldplay, estão entre os mais tocados, segundo uma lista gerada pelo próprio Spotify.

Mesmo antes do lançamento, já houve muito interesse dos usuários brasileiros pelo streaming de música. Segundo o Spotify, foram 400 mil pessoas cadastradas no site e 250 convites distribuídos, além de mais de 200 mil downloads dos apps para PC e smartphones feitos por brasileiros.

Perguntado pelo TechTudo sobre a política de preços, já que o Deezer vem oferecendo seu melhor plano pela metade do que e cobrado pelo Spotify, Gustavo Diament deixou claro que não haverá ofertas para o plano pago do serviço. “Acreditamos que a qualidade do serviço é capaz de conquistar o mercado. Queremos liderar, é claro, mas nosso primeiro desejo é aumentar a torta”, justifica o executivo, se referindo ao potencial de crescimento da adoção de streaming no país.

Versão brasileira do Spotify já tem playlists nacionais e curadoria local (Foto: Paulo Alves/TechTudo)

O Spotify irá oferecer dois planos para os usuários brasileiros: o tradicional gratuito, com anúncios, e a assinatura mensal livre de propaganda por US$ 5,99. O valor ainda é mostrado em dólar no site, mas em breve será mudado para reais, resultando em R$ 14,90. A funcionalidade já pode ser acessada por qualquer pessoa, não necessitando mais de convites.

Apoio de artistas

O Spotify destacou a importância do modelo de negócio de streaming como maneira de apoiar a produção cultural, o que atrai a atenção do mercado e adesão de quem produz música. “É cultural do Pará a distribuição pelos camelôs. A nossa forma de divulgação era essa. Hoje, todos já começam a procurar serviços como o Spotify”, revelou a artista Gaby Amarantos.

A cantora Fernanda Takai seguiu a mesma linha, falando sobre a importância do streaming como forma de distribuição de conteúdo: “É bom para quem produz, para a plataforma e para quem distribui. Torço muito para que dê certo”. Gilberto Gil também demonstrou seu apoio ao Spotify por meio de um vídeo exibido durante o evento.

Spotify chega ao Brasil com acervo local e mensalidade de R$ 14,90 (Foto: Paulo Alves/TechTudo)

De maneira geral, a companhia acredita que é importante oferecer opções de download e consumo de músicas digitalmente, mas sem tirar a importância do rádio, por exemplo. Aparentemente, a estratégia vem dado certo: foram 500 milhões de dólares destinados ao pagamento de artistas só em 2013.

Lançado em 2008, o Spotify chega agora ao seu 57º país e pretende popularizar o consumo de música no PC e mobile por meio de streaming e download nas contas Premium. No total, o serviço conta com um catálogo de 30 milhões de faixas, 1,5 bilhão de playlists e 40 milhões de usuários ativos em todo o mundo. Destes, 10 milhões pagam mensalidade para ter o pacote de recursos completo. O serviço está disponível para WindowsMac e dispositivos móveis iOS e Android.  


Fonte : TechTudo 

Seleção: 12 apps úteis e divertidos para Android, iOS, Windows Phone e BlackBerry

Após um curto período de férias, estamos de volta com uma seleção de 12 apps – 4 para Android, 4 para iOS, 2 para Windows Phone e 2 para BlackBerry 10. São sugestões de utilidades, aplicativos de imagens, música, para o escritório, etc. Confira.
ANDROID
VidTrim Pro (Android, R$ 4,52) - Este app é um poderoso editor e organizador de vídeo para Android. Inclui vários recursos como corte, molduras e gerador de efeitos. Entre eles, os destaques vão para B/W (preto e branco), pixelate, glow (aumento de brilho), negativo e muitos outros. O aplicativo permite também isolar qualquer quadro de seu vídeo e salvá-lo como uma fotografia. Também dá para pegar o áudio de qualquer clipe e transformá-lo em um arquivo mp3. O VidTrim tem uma integração completa com redes sociais – dentro do app, dá para compartilhar seus clipes no Facebook ou fazer o upload diretamente para o YouTube. Seus vídeos ficam bem organizados em uma biblioteca e podem ainda ser exibidos em uma simpática TV antiga.
Migração Motorola (Android, grátis) - Aplicativo muito útil, desenvolvido pela Motorola Mobility, que facilita a vida de quem está trocando de smartphone Android. O app traz uma solução completa de migração de dados do aparelho antigo para o novo, de maneira descomplicada. Ele é capaz de mover fotos, vídeos, contatos do SIM e até o histórico de chamadas e mensagens de um aparelho para o outro – e funciona até nas versões mais antigas do Android, como a 2.2 (Froyo). Para utilizar este app, é necessário instalá-lo nos dois aparelhos e então conectá-los via leitura de código de barras. É possível escolher quais conteúdos você quer levar de um para o outro.
Banjo (Android, grátis) - Dá para definir o Banjo como um “integrador de redes sociais” com recursos de chat e geolocalização. Entre com suas contas do Twitter, Facebook, Instagram, Foursquare e LinkedIn, que o aplicativo vai fornecer uma visualização, em um mapa, de todo o que está acontecendo com seus amigos, a qualquer hora. Saiba quem está nas proximidades e busque interesses e posts de seus contatos por meio de palavras-chave. Programe o app para lhe notificar sempre que um amigo estiver próximo, e converse com outros usuários do aplicativo por meio de uma ferramenta de chat. Dá até para conhecer gente nova.
1TapCleaner (Android, grátis) - Este aplicativo cumpre o que promete: limpar todo o “lixo” em seu Android com um só toque, deixando o aparelho menos carregado de arquivos e dados antigos ou inúteis. O app é capaz de apagar os dados de cache que os aplicativos vão juntando em seu smartphone ou tablet, salvando um precioso espaço de armazenamento (e melhorando o desempenho geral do dispositivo). Além disso, é capaz de apagar o registro de ligações, os históricos de navegação na internet, mensagens, etc. O app pode ser programado para rodar sozinho e deletar estes dados sempre que atingirem determinado tamanho. Vem com widgets para a tela inicial de seu Android, para facilitar a operação.
iOS
Swipes (iOS, grátis) - Recém-lançado e elegante aplicativo de to-dos para o iPhone, que se diferencia de vários aplicativos semelhantes pela maneira de organizar suas tarefas. O Swipes é focado em separar seus apontamentos em períodos do dia – e tem campos específicos para marcar o que você fará durante a tarde, à noite, tarde da noite, amanhã ou na semana, por exemplo. Tem também um campo para você entrar com os to-dos sem data específica. Separa as tarefas por tags e permite a adição de alarmes e lembretes. O visual, minimalista, também é bastante interessante.
Layrs (iOS, grátis) – Um interessante editor de fotos com recursos únicos em face a centenas de aplicativos semelhantes, o Layrs permite que você separe qualquer imagem em layers (camadas) e, depois, edite cada uma delas individualmente. Após a edição, com efeitos caprichados (blur, focus, etc) e mudanças em exposição, contraste, saturação, brilho, que podem ser aplicados individualmente a cada layer, as camadas podem ser recombinadas em uma única imagem – ou você pode escolher uma ou mais delas para adicionar à foto principal. Salve então sua imagem – na resolução que quiser – e compartilhe na internet ou em redes sociais.
Calzy (iOS, US$ 1,99) – Este aplicativo é uma calculadora inteligente para o iOS, que supera com larga vantagem, em recursos, a calculadora padrão da Apple. Com visual minimalista e elegante, o Calzy é capaz de calcular suas operações na medida em que você as digita. Entre outros recursos, o app guarda a memória de suas contas, suporta o cálculo de expressões (incluisive com operações entre parênteses) e é capaz de ditar em voz alta os números e resultados. O aplicativo tem suporte ao iPad, inclusive no modo paisagem, e ainda é capaz de enviar, por e-mail, qualquer um de seus cálculos, função muito útil nos negócios.
Vinyl (iOS, US$ 0,99) - Para os saudosistas: este app é um player que permite ouvir suas músicas como se estivessem em discos de vinil, com um bonito visual, que leva as velhas vitrolas e toca-discos para a tela de seu iPhone, iPad ou iPod Touch. Você pode escolher o look que desejar (dos tocadores mais antigos aos dos anos 90) e curtir o giro do disco, a agulha, etc. Tem também uma curiosidade: quanto mais um determinado disco toca, ele vai ficando riscado e falhando, como nos LPs de verdade. Mas é possível restaurá-los quando você quiser, com o toque de um botão. O app é totalmente integrado com sua biblioteca de músicas.
Windows Phone
FingerOn Studies (Windows Phone, R$ 4,99) - Com este app, dá para manter suas atividades escolares sempre organizadas. Entre muitos recursos interessantes, traz: suporte a calendário de disciplinas; controle de provas e tarefas de cada uma das matérias; anotações individualizadas por discilpina; timer com limite de tempo programável para estudos, com alertas sonoros de fim de cada tarefa; cadastro de informações de professores, e-mails e locais de aula. O app tem um “medidor de dedicação” de estudo de cada uma das matérias, que vai somando o tempo dedicado a elas, muito útil para saber em quais pontos você deve concentrar seus estudos. Tem suporte a blocos dinâmicos (live tiles) e funciona nas versões 7.5 e 8 do Windows Phone.
Group Tiles (Windows Phone, grátis) - Um aplicativo bastante útil para organizar a tela inicial do seu Windows Phone por categorias. Separe os blocos dinâmicos (live tiles) de atalhos, contatos, galerias de fotos, páginas da internet, playlists, etc por grupos, e atribua a ele um nome, para localizar mais facilmente suas informações. O app não cria folders, mas sim tiles personalizados (com dezenas de ícones, fontes e cores) no estilo do Windows Phone, que passam a servir como separadores (headers) do conteúdo na tela inicial, bastando para isso fixá-los como qualquer outro app. Criado seu bloco, escolha o tamanho (pequeno, médio, grande) e organize seu conteúdo abaixo dele. Suporta apenas o Windows Phone 8.
BlackBerry 10
Snap! (BlackBerry 10, R$ 1,99) – Snap é a “câmera que ouve” para o BlackBerry, segundo as palavras do próprio desenvolvedor. É um aplicativo de fotografia acionado por som, com capacidade para fotografar com as câmeras traseira ou dianteira de seu smartphone. O app pode ser programado para ser acionado com diversos tipos de sons – risadas, palmas ou palavras específicas. É possível programar, em um “modo de escuta”, a intensidade do som desejado para o disparo da foto.Traz ainda o modo para fotografar com timer ou ainda, caso você deseje, simplesmente funciona como um aplicativo normal de câmera.
Web2PDF (BlackBerry 10, grátis) - Um aplicativo bastante útil capaz de converter qualquer página da internet em um arquivo pdf, que pode ser enviado e compartilhado, tornando reuniões e rotinas de negócios muito mais produtivas. Ou, então, use o app para simplesmente guardar algum site para leitura posterior, offline. O aplicativo tem uma interface bastante simples (basta entrar com a URL do site a ser transformado em documento) e permite escolher o tamanho real de suas imagens – A4 ou A3, facilitando a impressão caso você deseje – e alternar entre os formatos de retrato ou paisagem.

Infográfico: A batalha das App Stores

Explicando o Jailbreak, Cydia, e pirataria no iOS

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É comum que usuários de iPhones e iPads ouçam falar de termos como “Jailbreak” ou “Cydia”, e que eles se relacionam à pratica de pirataria. Para separar o que é verdade do que é mito, o Showmetech preparou o texto abaixo, tentando explicar de forma clara o que estes termos e procedimentos significam. Veja abaixo:

Jailbreak:

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O Jailbreak é um processo de remoção das limitações impostas pela Apple sobre o sistema que roda em seus smartphones e tablets, o iOS. E através da exploração de falhas do sistema, permite o chamado acesso root (ou acesso à pasta raiz), dando total controle da estrutura de arquivos do sistema (permissão de administrador) ao usuário. Após a execução de ferramentas de Jailbreak no seu iDevice, você será contemplado com um aparelho que possui agora além de todas as funções originais do iOS, também um app novo, o Cydia.
O conceito de Jailbreak é na verdade antigo e caminha junto com o próprio desenvolvimento do iOS. Desde 2007, quando do lançamento do sistema iPhone OS 1.1.1 (não era iOS na época), presente nos iPhones e iPod touch, já existia uma maneira de fazê-lo, através da ferramenta JailbreakMe, e que trazia consigo o Installer.app, que se assemelha ao atual Cydia.
Durante a história do iOS, muitas ferramentas para fazê-lo foram desenvolvidas com esse fim, como o JailbreakMeZiPhonePwnageToolQuickPwnRedsn0wPurplera1nBlackra1nSn0wbreezeSpiritGreenpois0nAbsintheEvasi0n, todos trazendo em sua essência a permissão de acesso em nível de administrador à estrutura de arquivos do iOS.

Cydia:

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Como uma alternativa ao Installer.appJay Freeman (Saurik) lançou ainda em 2008 a primeira versão deste que pode ser considerado como um gerenciador de repositório de arquivos, semelhante ao existente no Linux, que vem instalados após o método de Jailbreak, e que através do uso de repositórios, permite rodar sobre a camada MobileSubstrate novos “apps” e também modificações no sistema iOS.
Tal camada, MobileSubstrate, permite que, de uma maneira segura, possamos instalar modificações diversas no iOS, trazendo alterações tanto em usabilidade como na aparência. Caso alguma dessas modificações venha a causar algum dano ao iOS, o MobileSubstrate entra em ação desativando tudo que esta sob ele, deixando iOS em modo de segurança (safe mode, em inglês), que nada mais é do que o sistema iOS original, sem nenhuma alteração ou aplicativos instalados a partir do Cydia (nem o próprio Cydia fica disponível), o que torna bastante seguro seu uso.
Dentro do Cydia existem repositórios pré-instalados como o BigBossZodTTD & MacCiti, entre outros, que por sua vez disponibilizam diversos aplicativos como emuladores de outras plataformas, ringtones, temas, wallpapers, alterações no comportamento do sistema, modificações extremas na aparência e muitas outras ferramentas interessantíssimas. Tais ferramentas podem ser gratuitas e também pagas. Isso mesmo, o Cydia comercializa “aplicativos” de maneira semelhante à AppStore, com opções gratuitas e pagas.
Mas, por ser livre, o Cydia também permite que possamos adicionar novos repositórios, e é aí que mora a má intenção. Há repositório idôneos que podem ser adicionados para conseguir novas ferramentas, como o desbloqueio de operadora, que é simplesmente um “app” (invisível) que instalamos a partir do Cydia, ou ativar o FaceTime no 3GSSiri no iPhone 4, dentre outros. Mas há também repositórios que pirateiam as ferramentas e aplicativos existentes no Cydia, ou seja, se não pagar por um determinado “app” dentro do Cydia, ainda poderá consegui-lo de maneira ilegal, pirateada (já a Apple considera tudo o que está no Cydia como ilegal).

Não é Pirataria, é tecnologia!

Se sabemos que após o Jailbreak temos o novo “app” Cydia no nosso iPhone, e que ele é na verdade um gerenciador de repositórios que disponibilizam ferramentas e apps alternativos, mas não piratas, por que será que a Apple luta para classificar essa prática como ilegal ou como pirataria?
Podemos dizer que o uso do Jailbreak e Cydia permite que usuários usem apps pirateados. Mas essa não precisa ser a regra. É possível usá-los de forma legalmente permitida e assim usufruir de toda a vastidão de modificações de sistema e aplicativos que hoje são disponibilizados pelo Cydia de maneira idônea – gratuita ou paga. Basta se atentar aos tutoriais disponíveis na internet e evitar qualquer tipo de conteúdo pirateado.

Segurança:

Caso você queira entrar nesse mundo paralelo aos serviços da Apple, é sempre bom manter precaução e ler bem os tutoriais. Lembre-se que estes procedimentos trazem riscos maiores de segurança do que o uso tradicional de iDevices, simplesmente pelo fato de que você está liberando mais acessos aos apps ali instalados. Ou seja, um desenvolvedor mal-intencionado pode se aproveitar destas “permissões” para acessar arquivos ou causar danos ao aparelho.
Noutras palavras, tente sempre entender bem o que você está permitindo e, claro, tenha cautela.


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ALERTA: falha no iOS e OS X trava aplicativos ao abrir um texto específico

apple-wallpaper-logo
Um problema com caracteres de texto no iOS e Mac OS X está deixando muita gente com raiva. A falha foi descoberta na quarta-feira (28) e se espalhou rapidamente pela comunidade de hackers e programadores, que identificaram estar relacionada a um erro no motor de renderização CoreText.
Funciona assim: ao receber mensagens ou visualizar a combinação específica de caracteres árabes representada na imagem abaixo, qualquer aplicativo que utilize o framework do CoreText. Consequentemente, trava qualquer aplicativo que usa o framework para renderizações ou o próprio iOS. No caso dos aplicativos, ele trava inclusive os que estiverem rodando em segundo plano.
bug ios 6 mac x 10.8 apple ipad iphone text viral mensagem sms texto
O bug afeta qualquer aparelho que rode os sistemas iOS 6 (iPhones, iPods e iPads) e Mac OS X 10.8 (Macbooks e iMacs) da Apple. Segundo os hackers que identificaram o bug, a falha já é conhecida pela Apple há mais de 6 meses, e foi corrigida nas versões iOS 7 e Max OS X 10.9.
A rede social Facebook, porém, já se antecipou à correção, bloqueando publicações que contenham o texto que causa os travamentos. Em seu lugar, o usuário recebe um alerta de bloqueio, avisando que a publicação é proibida pela rede.
Veja as hipóteses de travamento e como salvar o seu aparelho*:
  • Whatsapp: peça para a pessoa que te enviou a mensagem encaminhar outra com um texto qualquer; quando a mensagem aparecer nas notificações do iPhone, clique nela e, rapidamente, clique no botão “info”; por fim, selecione a opção “apagar conversas”. Pronto!
  • Whatsapp (2): se a opção acima não funcionar, você pode tentar desinstalar o aplicativo e reinstalá-lo novamente;
  • Facebook (app): é necessário deletar o aplicativo e reinstalá-lo novamente;
  • Twitter (app): é necessário deletar o aplicativo e reinstalá-lo novamente;
  • SMS: é necessário apagar os dados do usuário do iPhone;
* Lembramos que não nos responsabilizamos por danos e problemas causados ao aparelho, resultantes destes procedimentos. Faça-os por sua conta e risco.
Com a viralização dos caracteres que causam o bug, muita gente enfrentará dificuldades no uso dos iDevices. Então, é provável que a Apple acelere o passo e apresente uma correção oficial. Usuários que fizeram o jailbreak também podem experimentar a utilização desta correção (não-oficial, apresentada pelo desenvolvedor FilippoBiga).


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Os 7 erros do sistema Android

Android Google
Recentemente, apresentamos uma publicação intitulada os 7 erros do Windows Phone. Como era de se esperar, ela gerou certa polêmica entre amantes do sistema… Então, para não dizerem que somos parciais, resolvemos também apresentar nossos comentários sobre os principais sistemas operacionais móveis concorrentes, o iOS e Android. Afinal, todas estas plataformas têm muito mais do que “7 erros” para serem resolvidos em suas futuras atualizações, não é mesmo?
Eu suei um pouco para conseguir achar algum problema no Android (brincadeira! hehe), mas aí vai a minha lista. Apontarei os erros tendo como base a última versão do sistema Android, conhecida como Jelly Bean ou 4.2.2. Acho que um dos principais pontos para termos uma evolução no sistema é admitir que errosexistem e que precisam de correção.

1 – Backup

Podem falar o que for, nesse ponto a fragmentação do sistema Android é um grande problema. Se hoje tenho um modelo da linha Nexus (Google), só conseguirei fazer o backup dos dados usando o ADB, recurso que não é nada user-friendly. E, se eu comprar um smartphone ou tablet da LG ou Samsung, provavelmente não vou conseguir restaurar um backup feito neles em novos aparelhos de outras marcas.
Sim Google, nós sabemos que o backup correto na nuvem tem API para isso, porém os desenvolvedores não querem implementar, preferem perder o tempo com outras coisas. Quem perde com isso? Nós, os usuários, que ao trocar de telefone ou fazermos um reset, perdemos parte dos dados.
Existem outras soluções como aplicativos de backup como o Titanium ou Carbon, mas mesmo assim o uso não é tão simples e, sem dúvida, esta é uma funcionalidade que deveria estar presente de maneira nativa no sistema Android. Se não precisar de um desktop, melhor ainda.
Android-Backup

2 – Fluidez

Google já fez parte da lição de casa ao implantar na atualização Jelly Bean o comentado Project Butter. Para quem nunca ouviu falar, este projeto consiste na implementação de alterações que visam deixar o sistema mais fluido e leve. Mas, pode-se dizer que ainda não chegamos ao ideal, principalmente se você passa a considerar os celulares mais básicos. Em casa tenho um Galaxy SIII e um Galaxy Nexus, ambos aparelhos com mínimos problemas de lag ou lentidão na interface. São ótimos, mas perdem um pouco neste quesito de comparados a iPhones (sim, admito). Porém, se pensarmos em modelos de smartphones com hardware mais simples, lentidões e travamentos são padrões no Android.

3 – Comprar na Play Store

Falando como um usuário do Brasil, ainda não temos uma maneira de comprar aplicativos sem cartão internacional. O Google Play - loja de aplicativos do Android – foi implementado para ser um centralizador de compras, fazendo com que toda compra seja considerada uma importação de software, ao invés de compra local. Existem os cartões pré-pagos, mas ainda não chegaram aqui e, sendo assim, muitos usuários brasileiros ficam limitados neste sentido. Outro recurso que sinto falta é a possibilidade de de presentear uma pessoa com um aplicativo/música/livro/filme. Esses recursos nem sempre existem nos sistemas concorrentes, mas fazem muita falta no Android.

4 – Botão voltar

Ponto especialmente lembrado pelo Hugo, um de nossos autores. O botão “voltar” (back, em inglês) do Android é sempre uma surpresa, pois nunca se sabe exatamente para onde ele direcionará o usuário, principalmente quando um aplicativo for aberto por outro. Muitas vezes, você acha que o botão voltar irá te levar para a home ou para o aplicativo que abriu em primeiro lugar,  mas começa a voltar ações do aplicativo atual. Por mais correta que possa estar a linha de pensamento e lógica usada pelo Google, é um comportamento bastante estranho para o usuário na prática. Vamos exemplificar:
Você abre o Aplicativo A, dentro desse aplicativo você clica um link que chama o navegador Google Chrome. Se apertar o voltar, o Chrome irá desfazer todas as suas ações e não necessariamente voltar para o Aplicativo A (esse é apenas um exemplo fictício). Realmente, é confuso para qualquer usuário, seja experiente ou novato.

5 – Open Source pero no mucho

Todo mundo fala e escuta que o Android é um sistema operacional open source, mas infelizmente não é exatamente assim que as coisas funcionam. No mundo ideal do open source, toda programação  seria feita de maneira aberta e colaborativa. O Google, no entanto, tranca a sete chaves o desenvolvimento doAndroid. Mesmo depois de uma versão ser finalizada e disponibilizada, a comunidade em nada pode contribuir ou ditar os caminhos, tendo, no máximo, acesso ao código-fonte e a alguns arquivos proprietários e fechados.
O problema maior está com os fabricantes, que acredito não estarem preparados para o modelo aberto e tentam dificultar ao máximo a vida de quem quer fazer algo melhor para os aparelhos, ou até mesmo para quem quer dar uma sobrevida aos mesmos (quando a empresa falha em atualizá-los por conta própria). Muitos códigos não são liberados e binários não são atualizados. Quer alguns exemplos? Veja a fúria dos desenvolvedores da CyanogenMOD com o processador Exynos da Samsung. Não custa lembrar que, por ser open source, todos os trabalhos que usem o Android também deveriam ser abertos e ter seus códigos divulgados.

6 – Google Cloud Messaging depender do GTalk

Uma das coisas que mais me incomoda no Android é o fato do serviço de push do Android, o Google Cloud Messaging, ser dependente do serviço de mensagens e bate-papo GTalk. Com isso, qualquer atualização do aplicativo de mensagens do Google depende de um update da plataforma como um todo. Com as intenções do Google de integrar todos os serviços de mensagens, é bom ficar de olho nesse ponto, pois pode ser foco de problemas no futuro.

7 - Fragmentação e Incertezas

Aqui vou chamar de fragmentação, mas na verdade não vejo isso como um problema para os desenvolvedores. Eles já estão mais que acostumados  a desenvolver aplicativos que funcionem nos mais variados tamanhos de telas. Na fragmentação, o que realmente me incomoda  não é culpa do Google, mas sim dos fabricantes. Eles fazem tantas modificações no sistema Android que as atualizações demoram muito tempo para chegar aos usuários.
Você pode dizer que os updates não são tão necessários, entretanto, existem aqueles que não são só em prol da evolução do sistema, mas sim correções de erros críticos, falhas de segurança, entre outras. Lembram do smartphone Motorola Milestone, que sofria com um bug que tocava músicas quando o fone de ouvido era removido do aparelho? Pois é, foi corrigido em alguns lugares do mundo, mas em outros (como o Brasil), passou batido. E assim seguem problemas com todos os fabricantes.
Como cada fabricante pode fazer modificações no Android (e eles fazem MUITAS modificações),  essa inconsistência de interface traz para o usuário comum uma complicação extra. Ações básicas como fazer/atender ligações, menus, tela de bloqueio, etc., costumam ser diferentes entre aparelhos, sem uma razão definida. Aqui, comparo o sistema Android com as motos Harley Davidson, que saem de fábrica iguais, mas cada uma ganha suas especificidades, fazendo com que nenhuma seja igual à outra. Veja abaixo os exemplos de diferentes interfaces que coexistem no aparelhos com o SO do robozinho:
Android-Interfaces

Conclusão

Fecho o post com o mesmo comentário do colega Vanderlei Ventura sobre atualizações. Hoje, ao comprar um aparelho com Android, não há como saber se ele será realmente atualizado ou não. Ao que parece, tudo depende do humor dos fabricantes. Vou citar alguns casos:
  • Motorola Atrix: Ficou parado na atualização Gingerbread, totalmente abandonado pela Motorola, um aparelho dual-core com 1GB de RAM;
  • Samsung Galaxy S II: Primeiro a Samsung disse que não teria update para a versão Jelly Bean, pois o hardware não suportava; depois, informaram que seria possível;
  • Samsung Galaxy X: Ele é o mesmo hardware do Galaxy Nexus (modelo americano), inclusive é só pegar os arquivos do Nexus e aplicar no X para atualizá-lo. Mas, mesmo assim, a Samsung não dá a mínima e o modelo do Brasil está bem defasado em relação ao Nexus original.
Esses são apenas alguns os exemplos, mas problemas não faltam na plataforma Android. Claro, todas as plataformas tem suas problemas, seus erros, nada é perfeito. Não existe o melhor sistema operacional, existe o sistema que melhor atende às suas necessidades. Termino dizendo que, no meu caso, ainda que possa listar muitos problemas do Android, considero-o o único sistema que chega mais próximo de atender todos os meus requisitos de uso diário.


Leia mais em: showmetech 

Como recuperar chats e mensagens do WhatsApp

Caso você tenha excluido acidentalmente uma mensagem do WhatsApp para Android e queira recuperá-la, não se desespere. O conteúdo deletado é armazenado no backup automático, que acontece a cada 24 horas, e armazena os dados no cartão de memória do seu celular. 
Passo 1. Desinstale e reinstale o WhatsApp no seu Android.
Passo 2. O programa questionará se você deseja restaurar o histórico de conversas. Aceite e aguarde. Em alguns segundos, o backup será recuperado e pronto, os chats realizados nas últimas 24 horas estarão normalmente na tela principal do WhatsApp
Passo 3. Se você precisar restaurar mensagens antigas, será preciso acessar a pasta /sdcard/WhatsApp/Databases/ e visualizar qual é o histórico que você deseja restaurar. Depois, renomeie-o para msgstore.db.crypt e só então reinstale o aplicativo.


Fonte: techtudo

Como desligar o salvamento automático das fotos recebidas no WhatsApp

Quando um amigo lhe envia uma foto no WhatsApp, ela é salva automaticamente na biblioteca de imagens de seu smartphone. Neste tutorial, você vai ver como é simples desligar o salvamento automático das fotos que são enviadas durante uma conversa.
Passo 1. Abra o WhatsApp e clique no botão “Configurações” que fica no rodapé da tela;

Passo 2. Clique em “Configurações de Chat” e depois desmarque a opção “Salvar Mídia Recebida” conforme mostra a imagem abaixo
Pronto! Agora quando um amigo enviar uma imagem durante um bate-papo no WhatsApp, você vai somente visualizá-la na tela de seu mensageiro instantâneo.

Fonte: techtudo

Usuários de iPhone vs Android em um gráfico de geolocalização

A batalha entre Android e iOS ainda irá longe, desde o surgimento e popularização do sistema móvel da Google que vemos as discussões cada vez maiores em torno de qual das duas plataformas é a melhor, qual é a mais popular, e as vantagens de cada uma delas.
 
O pessoal da MapBox fez um trabalho bem interessante criando um mapa mostrando as diferenças de uso de cada uma das plataformas, e ainda inclui o BlackBerry! Eles utilizaram os dados do Twitter para coletar 3 bilhões de tuítes mandados de nossos smartphones, utilizando além da informação do sistema, a geolocalização. 
 


Visualizando o mapa de primeiro momento a impressão que temos é que o iPhone (representado pela cor vermelha) lidera disparadamente, já que aparecem poucos pontos verdes (do Android), entretanto, se você desativar a legenda vermelha, no menu superior do site, verá que aparentemente o Android possui mais pontos. Os pontos roxos são do Blackberry e apesar de poucos, se você desativar os pontos dos outros sistemas, verá que continua fazendo presença em algumas partes do mundo, como na Indonésia, onde tem grande presença, maior que a da concorrência.
 
Passear pelo mapa, analisar e comparar os dados é um passatempo bem bacana. Um trabalho muito bem realizado pela MapBox. Tenha em mente que isso é limitado apenas para usuários do Twitter e do dispositivos que eles estão usando. Se você ficou curioso para saber como vai a guerra entre os sistemas móveis na sua região, acesse o MapBox, é possível ampliar o mapa diversas vezes, para visualizar bem os detalhes.
 

Como baixar aplicativos para iPhone de graça (e legalmente) na Appstore

Hoje você vai aprender como baixar aplicativos para iOS, tanto para iPhone, como para iPad e iPod touch de graça. Para isso você precisará baixar aplicativos gratuitos, usá-los por um tempo e então e ganhará créditos por isso. Depois de juntar uma determinada quantidade de créditos poderá trocá-los por um Gift Card da iTunes Store. Antes de continuar é preciso que você tenha uma conta na Appstore americana, pois só é possível obter Gift Cards através dela. Tudo que descrevi acima é possível através de um site chamado Free My Apps. Acompanhe as instruções abaixo para saber como usá-lo:



  1. Abra o Safari no seu iPhone, iPad ou iPod touch e acesse o endereço m.freemyapps.com/share/url/285bbe0f
  2. Você deve visualizar a seguinte tela:
  3. Clique em Okay e você irá para outra tela,  onde deverá autorizar a instalação de um perfil, clicando em Instalar. O Free My Apps precisa desse perfil para verificar se você de fato baixou o aplicativo.
  4. Após voltar para o site você pode adicioná-lo a sua tela de início, para que possa acessá-lo mais facilmente. Para isso basta tocar no botão Compartilhar do Safari e escolher a opção Adicionar a Tela de Início
  5. Ao abrir o site do FreeMyApps ou o webapp caso tenha adicionado-o a tela de início. Você poderá ver que o FreeMyApps está organizado em três colunas: Sponsors, Gifts e Share. Clique na aba Sponsors e você verá os aplicativos que estão disponíveis para baixar. Toque em um deles e você será direcionado para a Appstore onde deverá baixá-lo.
  6. Após o download terminar abra o aplicativo e o deixe aberto por pelo menos trinta segundos. Volte para o Free My Apps e você deverá visualizar a quantidade de créditos que tem na barra superior, ao lado do ícone de um porquinho. Caso isso não tenha acontecido volte para o aplicativos e tente novamente.
  7. Na aba Gifts você poderá recuperar seus créditos. Além de obter Gift Cards para a Appstore você poderá também trocar seu créditos por: gift cards da Amazon, doar para diversas instituições, gift cards para o Xbox Live, etc. O cartão mais barato da Appsore, de $10 requer 3000 pontos acumulados.
  8. Ao resgatá-lo você receberá um código para um GiftCard que pode ser inserido na sua conta da Appstore, e poderá ser usado para comprar não apenas aplicativos para iOS, mas também músicas, filmes, livros e aplicativos para Mac.

Como Funciona
É importante que você saiba de onde vem o dinheiro que você está recebendo. O dinheiro que você recebe na forma de Gift Cards vem dos desenvolvedores que colocam sem aplicativos para serem baixados através do Free My Apps. O desenvolvedor pode definir quantos créditos você irá receber pelo download do aplicativo, porém eles deverão pagar esse valor para a empresa que controla o Free My Apps, com uma comissão é claro, para que o Free My Apps pague você. Esse prática, apesar de legal, é vista como trapaça para muitos, pois os aplicativos anunciados no Free My Apps são baixados milhares de vezes, elevando seu ranking na Appstore. Daí vem o motivo dos desenvolvedores pagarem para colocar seu aplicativos ali. É por isso também que o Free My Apps não é um aplicativo da Appstore, e sim um webapp, já que a Apple jamais o aprovaria por não estar de acordo com suas políticas.

Você sabe o que fazer quando seu iPhone, iPad ou iPod touch trava?


Apesar de geralmente funcionar bem, vez ou outra acontece do iPhone (iPad ou iPod touch) travar completamente e você não saber o que fazer. Seja durante a execução de um aplicativo ou ao conectar um acessório não compatível com o aparelho. Não existe sistema informático em que isso nunca acontece.
O que nem todo mundo sabe é que o aparelho possui uma forma de inicialização (hard reset) que possibilita restabelecer o sistema em caso de travamento. Se seu aparelho não liga, não desliga ou ficou preso em uma mesma tela, siga as recomendações a seguir.

Para dar um reset no aparelho (no mundo Windows, um Control-Alt-Del), basta segurar os botões Repouso e Início durante uns 10 ou 20 segundos, até que apareça a Maçã na tela. Depois disso, basta soltar e esperar que o aparelho se reinicie.
A partir daí, ele deverá funcionar normalmente, caso não seja nenhum problema mais sério.
Vale lembrar que o truque não vale para aparelhos com a bateria totalmente descarregada. Neste caso, é preciso deixar pelo menos uns 20 minutos ligado à corrente elétrica para ele dar sinal de vida.
Você sabia? 

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