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Danilo Forte cita ‘dólares na cueca’ para justificar voto contra denúncia do Michel Temer.

O deputado Danilo Forte (PSB-CE) relembrou o episódio de “dólares na cueca” envolvendo o “amigo” do deputado José Guimarães (PT-CE), líder da minoria na Câmara dos Deputados, para justificar o voto contrário à denuncia apresentada pelo Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer. Na sessão de debates, o parlamentar justificou que, apesar do petista ter carregado essa “chaga”, ele acabou inocentado do episódio.
O caso citado por Forte envolveu um assessor de Guimarães, José Adalberto Vieira, que foi preso no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com US$ 100 mil escondidos na cueca, e mais R$ 209 mil numa maleta de mão, quando embarcava para Fortaleza. O fato ocorreu no dia 8 de julho de 2005, em meio aos desdobramentos do mensalão. Sete anos depois, o petista foi inocentado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
“O senhor José Guimarães sofreu muito ao trazer essa pecha. Aquele episódio ridicularizou a política. Ele Guimarães carregou essa chaga, mas foi inocentado”, disse Danilo Forte ao explicar seu voto contrário ao prosseguimento do pedido da PGR. Forte é um dos quatro titulares do PSB na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que analisa a denúncia, e um dos principais aliados de Temer.
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(Vídeo do Canal TV ÂNGELO ALMEIDA 43 ) 
“Qual foi o ato criminoso cometido pelo senhor Michel Temer? Se não tiver o ato, não pode ser objeto do questionamento”, explicou.

Pó branco no Senado leva a questionamentos do interrogatório, diz parlamentar!

Durante o questionamento do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) na sessão de julgamento do impeachment no Senado nessa segunda-feira (29), os olhares atentos da internet fitaram para um saquinho com pó branco na mão que seria de um parlamentar posicionado atrás do tucano na bancada.

O conteúdo do saquinho era açúcar, para o café, segundo a assessoria do parlamentar que teve a mão mostrada nas imagens. As mãos eram do deputado Antônio Imbassahy (PSDB-BA) que, segundo a assessoria, passou pelo Senado para acompanhar alguns questionamentos do interrogatório da presidente afastada Dilma Rousseff.
Nas redes sociais, não faltaram especulações quanto ao conteúdo do saquinho. A maioria suspeitou ser cocaína, apesar de a sessão do impeachment no Senado ser omomento de mais visibilidade na Casa neste ano.
A assessoria do deputado enviou ao Paraná Portal uma foto da xícara, em outro ângulo de imagem, ao lado do saquinho preparado para adoçar o café. Mas repare que a imagem foi capturada em outro momento, já que são outras pessoas que aparecem ao lado e atrás do deputado.
O vídeo foi publicado inicialmente por um usuário do Twitter, por volta das 17 horas. Ao final do trecho que foi ao ar na TV Senado, as câmeras mostram as mãos de um parlamentar. Somente parlamentares e membros da acusação e defesa no processo tinham acesso ao Plenário.
(Via agencia de noticia)

Gleisi Critica Acusação: “discurseira Política”

 A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) fez um contraponto aos discursos da acusação na manhã desta terça-feira 30 durante sessão do processo de impeachment no Senado.
Para ela, os advogados Janaina Paschoal e Miguel Reale, autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff e primeiros a falar hoje, deveria levar argumentos técnicos, e não fazer um discurso político.
"A acusação veio aqui fazer discurso político, mas para isso é preciso ter voto. Os acusadores deveriam trazer argumentos técnicos", afirmou Gleisi, definindo as falas dos juristas como "discurseira política".
Para ela, isso reforça a tese de que o processo de impeachment é um "conluio entre dois servidores e uma advogada que está aqui paga pelo PSDB". Ela fez referência às duas testemunhas de acusação – o procurador do TCU Júlio Marcelo de Oliveira e o ex-auditor do TCU Antônio Carlos Costa D'Ávila, que depuseram na semana passada – e a Janaina Paschoal.
:
É" lamentável a qualidade técnica e jurídica dos advogados", concluiu Gleisi.

Ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo Advogado de Dilma Já Prepara Recurso Junto ao STF

A defesa da presidente eleita Dilma Rousseff, comandada pelo ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, já está preparando um recurso, por meio de um mandado de segurança, para ser impetrado junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso a votação final do processo de impeachment pelo Senado confirme a tendência pelo seu afastamento definitivo.
Ao comparecer ao Senado, nesta segunda-feira (29), Dilma adiantou que poderia recorrer ao STF caso os senadores votem pelo seu afastamento definitivo. A declaração foi feita em resposta a um questionamento do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP).
"Não recorro ao Supremo Tribunal Federal porque não esgotei esta instância, não terminei aqui. Vim aqui porque respeito esta instituição. Mas, se (o Senado) der este passo, estará compactuando com golpe", disse.
: José Eduardo Cardozo
No recurso, a defesa deverá abordar, principalmente, a falta de uma "justa causa" para que o processo de impeachment fosse levado adiante. Outro ponto que deverá ser questionado é o impedimento dos senadores que declararam antecipadamente como iriam votar.
A declaração de suspeição do procurador do Ministério Público junto ao TCU Julio Marcelo de Oliveira pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, também deverá ser usada pela defesa no recurso.

Contra o impeachment, MTST bloqueia marginais em São Paulo

Manifestantes contrários ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff fazem bloqueios em importantes vias da capital paulista, provocando longo congestionamento no início da manhã de hoje (30). Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), as manifestações provocam pelo menos 16,4 quilômetros de lentidão no trânsito.
Um grupo bloqueia totalmente a Marginal Tietê, na altura da Ponte Casa Verde, zona norte, sentido Rodovia Ayrton Senna. O congestionamento estimado é de 4 quilômetros na pista central e 6,8 quilômetros na pista local. Os manifestantes atearam fogo a uma grande quantidade de pneus. O Corpo de Bombeiros combate o incêndio com seis viaturas, que estão no local.
Outro ponto de bloqueio é na Marginal Pinheiros, altura da Ponte Transamérica, zona sul, sentido Rodovia Castello Branco. A lentidão no local é de 5,6 quilômetros. O terceiro local bloqueado pelos protestos é a Avenida Professor Francisco Morato, cruzamento com a Avenida Vital Brasil, zona oeste, em ambos os sentidos.
Ontem (29), policiais utilizaram bombas de efeito moral, gás de pimenta e caminhões de água para dispersar os manifestantes que também protestavam contra o impeachment. Os manifestantes, por sua vez, jogaram lixeiras pelas ruas e as incendiaram. Os organizadores estimaram que 2 mil pessoas participaram ontem do ato.
Da Agência Brasil

Sessão do impeachment entra no terceiro dia com últimas testemunhas; acompanhe ao vivo

Após ouvir cinco depoimentos, o julgamento final do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff entra no seu terceiro dia com os depoimentos do ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa e do professor de direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo Lodi Ribeiro. Acompanhe ao vivo acima. 
Os dois falarão em defesa de Dilma; Barbosa como testemunha e Lodi Ribeiro como informante. Os depoimentos tem início previsto para as 10h. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que preside o julgamento, acatou pedido de senadores contrários ao impeachment e aceitou o horário com a condição de que não haja pausa nos depoimentos para almoço, como ocorreu nos dias anteriores.

Na quinta-feira (25), foram ouvidos o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, o professor de direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Geraldo Luiz Mascarenhas Prado e o ex-secretário-executivo do Ministério da Educação Luiz Cláudio Costa. Antes, na quinta-feira, foram colhidos os depoimentos do procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Júlio Marcelo de Oliveira e o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Antônio Carlos Costa D'Ávila Carvalho.
Uma das testemunhas de defesa, a ex-secretária de Orçamento Esther Dweck, foi dispensada pela defesa, após polêmica em torno da suspeição do procurador Júlio Marcelo, que de testemunha depôs como informante, depois que o advogado de defesa, José Eduardo Cardozo questionou a participação de Júlio Marcelo em uma manifestação pela rejeição das contas de Dilma, logo no primeiro dia.
No segundo dia do julgamento, ontem, a advogada de acusação Janaína Paschoal, que também é uma das autoras da denúncia que motivou o processo contra Dilma Rousseff, colocou em suspeição a ex-secretária de Orçamento sob o argumento de que a mesma foi nomeada assessora “por uma parlamentar que é uma das mais ferrenhas defensoras de Dilma”, no caso, a senadora Gleisi Hoffmann.
Bate boca
Os dois primeiros dias foram marcados por bate bocas e acusações entre senadores. Logo no início da sessão, a confusão começou quando a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR) afirmou que nenhum senador ali presente tinha condições morais para julgar o afastamento permanente de Dilma.
“Aqui não tem ninguém com condições para julgar ninguém. Qual a moral do Senado para julgar uma presidente da República?”, disse. A declaração foi interrompida pela manifestação indignada de outros senadores longe do microfone, entre eles, Ronaldo Caiado (DEM-GO), que rebateu dizendo que a senadora é investigada pela Polícia Federal. Gleisi respondeu acusando: “o senhor é do trabalho escravo”, disse ao microfone. O bate-boca fez com que Lewandowski suspendesse a sessão.
As discussões se repretiram no segundo dia. O primeiro bate-boca começou quando o senador petista Lindbergh Farias (RJ) pediu a palavra e atacou o democrata Ronaldo Caiado (GO) que lhe antecedeceu. “Esse senador que me antecedeu é um desqualificado. O que ele fez com a senadora Gleisi é de covardia impressionante, dizer que tentou aliciar testemunha”, afirmou o petista
Em seguida foi a vez do presidente do senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O peemedebista começou pedindo para que os senadores reduzissem as questões de ordem repetidas, mas esquentou o clima ao lembrar da declaração de ontem, feita pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) que provocou o primeiro grande tumulto do dia. “Esta sessão é uma demonstração de que a burrice é infinita. A senadora Gleisi chegou ao cúmulo de dizer que o Senado não tem condição moral de julgar a presidente”, afirmou.
Esquentando ainda mais o ambiente e provocando a reação imediata de petistas, Renan lembrou que Gleisi e o marido, o ex-ministro das Comunicações do governo Dilma, Paulo Bernardo, foram indiciados por corrupção passiva na Operação Lava Jato e disse ter intercedido a favor deles. Os dois são acusados de receber propina de contratos oriundos da Petrobras.
“Como uma senadora pode fazer uma declaração dessa? Exatamente, senhor Presidente, uma senadora que, há 30 dias, o Presidente do Senado Federal conseguiu, no Supremo Tribunal Federal, desfazer o seu indiciamento e do seu esposo”, disse Renan.
Gleisi foi em direção a Renan afirmando ser mentira, apoiada pelo senador Lindbergh que gritava “baixaria” e que acabou sendo empurrado por Renan.
Dilma e Lula
Após o encerramento das oitivas das testemunhas, o julgamento final do impeachment terá, na segunda-feira (29), o dia mais aguardado com a presença da presidenta afastada, Dilma Rousseff que enfrentará as perguntas dos senadores.
Dilma chegará acompanhada de ex-ministros, presidentes de partidos aliados, assessores diretos e pessoas próximas a ela, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Devem comparecer, por exemplo, os ex-ministros Aloízio Mercadante, Jaques Wagner, Patrus Ananias e Miguel Rosseto, dentre outros. Também estarão presentes os presidentes do PT, Rui Falcão, do PCdoB, Luciana Santos, e do PDT, Carlos Lupi.
Para acomodar o grupo, Renan reservou a sala de audiências da presidência do Senado e uma sala anexa com banheiro. Segundo Renan, dentro do plenário, a presidenta terá o direito de ser acompanhada por 20 pessoas e o mesmo número deverá ser garantido aos advogados de acusação, que também deverão levar convidados.
“Serão 20 pessoas. Nós vamos comprimir os jornalistas, que servirão, na prática, de separação [entre os dois grupos] e garantiremos ao outro lado o mesmo número de vagas que já garantimos para a presidenta”, informou o senador.
As restrições de espaço no plenário preocupam a direção da Casa. Os convidados de Dilma e da acusação não serão os únicos. Deputados, ex-parlamentares e assessores parlamentares também têm acesso ao plenário, o que pode provocar a superlotação do local. A imprensa, inclusive internacional, também ocupa espaço em tribuna reservada. Profissionais de imagem têm ocupado as galerias. 
Iolando Lourenço e Luciano Nascimento – repórteres da Agência Brasil
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Conselho de Ética do Senado arquiva pedido de cassação de Romero Jucá

O presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA), arquivou na terça-feira (7) a representação contra o senador Romero Jucá (PMDB-RR) apresentada pelo PDT na semana passada.
João Alberto se baseou em parecer apresentado pela advocacia do Senado recomendando o arquivamento da representação por erros formais, com base no Código de Processo Penal e em resolução do próprio Conselho.
Segundo a decisão, não foram apresentados os documentos que deveriam instruir o processo disciplinar nem o rol de testemunhas a serem ouvidas e ainda as provas que se pretenderia produzir na investigação do conselho.
Na última semana, o senador Telmário Mota (PDT-RR) apresentou inicialmente uma denúncia contra Jucá por causa dos áudios divulgados pela imprensa nos quais Jucá negociava um “pacto nacional” para estancar a “sangria” provocada pela Operação Lava Jato. O caso levou à saída de Jucá do Ministério do Planejamento e sua volta ao Senado.
Em seguida, ao tomar conhecimento de que a denúncia não poderia resultar em cassação do mandato, Mota reapresentou o pedido na forma de representação do PDT, assinada também pelo presidente do partido, Carlos Lupi. No entanto, segundo a decisão de hoje de João Alberto hoje, os demais documentos necessários para a instrução do processo não foram apresentados.
Nova denúncia
Hoje de manhã, Mota voltou a apresentar uma denúncia contra Romero Jucá no Conselho de Ética. O pedetista se queixa da postura indecorosa do colega que, em declarações à imprensa nos últimos dias, teria ofendido sua honra e a de sua esposa e o chamado de bandido.
A nova denúncia de Telmário Mota, que pede a abertura de um “processo disciplinar”, ainda não foi avaliada pelo presidente do Conselho de Ética.
Da Agência Brasil
Foto: AFP

Deputados europeus pedem que União Europeia não negocie com governo Temer

Um grupo de cerca de 30 parlamentares europeus se posicionou contra a gestão do presidente em exercício Michel Temer nesta semana. Liderado pelo espanhol Xavier Benito, do Podemos, o bloco enviou uma carta à Alta Representante da União Europeia (UE) para Política Externa e Segurança, Federica Mogherini, solicitando que não negocie com o governo interino.
No documento, assinado por mais de 30 deputados de diferentes legendas e países, Benito diz que falta “legitimidade democrática” a Temer, que herdou o cargo após afastamento da presidente Dilma Rousseff, que passa por um processo de impeachment.
“O acordo comercial com Mercosul não somente se limita a bens industriais ou agrícolas, mas inclui outros afastados como serviços, licitação pública ou propriedade intelectual. Por isso, é extremamente necessário que todos os atores implicados nas negociações tenham a máxima legitimidade democrática: a das urnas”, disse Benito.
“Duvidamos de que este processo de negociação tenha a legitimidade democrática necessária para um assunto desta magnitude”, afirmou. Para Benito, “o mandato de Dilma Rousseff só pode ser mudado mediante o único método democraticamente aceitável: as eleições.”



O parlamentar espanhol também alegou se preocupar com a reação do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da Unasul, que criticaram o processo de afastamento de Dilma. “Rousseff foi condenada por um Congresso doente de corrupção e claramente orientado por obscuras intenções”, continuou.
“É necessário suspender as negociações entre a UE e Mercosul já que tal acordo comercial não deveria ser negociado com o atual governo brasileiro”, concluiu em sua argumentação. “Reivindicamos que a UE dê o seu total apoio e envolvimento para o restabelecimento da ordem democrática no Brasil.”
Foto: Beto Barata/PR

E-mail comprova que Lula assinou MP a pedido de empresário para tirar proveito

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou uma medida provisória, em 2009, que beneficiou fornecedoras da Petrobras, atendendo a pedido feito por um empresário que atualmente faz parte do grupo de delatores do esquema de corrupção na estatal.  Augusto Mendonça, ex-executivo da Toyo Setal que admitiu aos integrantes da força-tarefa da Lava Jato pagamentos de propina ao PT em troca de contratos na Petrobras, enviou um e-mail em julho de 2008 a um servidor da Casa Civil pedindo alterações em texto que tratava de um fundo de garantia para o setor de construção naval.
Ele solicitou que o benefício fosse estendido às plataformas de perfuração (navios-sonda) e produção da Petrobras. O pedido não foi contemplado na MP 429, de 2008, porque já estava no Congresso. Uma emenda chegou a ser apresentada ao texto, mas acabou derrubada pelo deputado Edmilson Valentim (PC do B-RJ), relator da MP.
Porém, em maio do ano seguinte, Lula editou uma nova medida, que alterava a lei aprovada, e incluiu o pedido de Mendonça.
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E-MAIL AO SERVIDOR
A Folha teve acesso ao e-mail de Augusto Mendonça, enviado em 2 de julho de 2008, ao servidor da Casa Civil Maurício Carvalho. A mensagem foi encaminhada no dia seguinte à então secretária-executiva da pasta, Erenice Guerra, que pediu a Giles Azevedo para que cuidasse do assunto. Giles era chefe de gabinete de Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil.
A troca de mensagens foi obtida pela Polícia Federal em 2010 no computador de Erenice, mas na época não se sabia que Augusto Mendonça estava envolvido com irregularidades na Petrobras.
Em 2014, ele fechou acordo de delação premiada com a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, no qual revelou que pagou propina ao PT por meio de doações oficiais ao menos entre 2008 e 2011. Portanto, na época em que pediu ajuda ao Planalto, Mendonça já pagava propina ao PT, de acordo com seus relatos.
NOVO FÔLEGO
Na mensagem, ele diz à Casa Civil que o adiamento da votação, no Congresso, da medida provisória sobre o fundo de garantia para a construção naval “nos dá um novo fôlego para tentarmos incluir a emenda” sobre a extensão para os navios sonda da Petrobras. “Peço encarecidamente que a ministra Dilma seja avisada dessa notícia e que também seja informada que o Ministério da Fazenda se posicionou contra a emenda, mas deseja incluir os navios-sonda na MP”.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já disse que a organização criminosa que atuava na Petrobras “jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo sem que Lula dela participasse”.
OUTRO LADO
O Instituto Lula informou que o ex-presidente não iria comentar. Lula já negou em depoimentos ter conhecimento da corrupção na Petrobras. Erenice Guerra informou que não conhece Augusto Mendonça e que não estava encarregada do tema.
Disse que encaminhou o pleito para Giles Azevedo porque era função dele levar à então ministra Dilma Rousseff assuntos da Casa Civil.
A Folha procurou o ex-advogado geral da União, José Eduardo Cardozo, para ouvir a defesa de Dilma, mas não obteve resposta. Giles Azevedo disse que não tinha atribuição de acompanhar medidas provisórias, algo que cabia à Fazenda e à pasta de Minas e Energia.

Cerco a Lula está fechado pela Polícia Federal. A prisão será bem fundamentada!

Nunca antes na história do Brasil uma prisão foi tão bem preparada em sua fundamentação.
Ao ser chamado para a prestação de contas final, com a Justiça Brasileira, Lula enfrentará um mar de evidências e comprovações, articuladas pela união de forças entre procuradores, juízes e Polícia Federal, que o deixará sem saída jurídica.
Os procuradores e juízes, sabedores do esquema de blindagem e fuga dos fatos, preparado pelo chefe do gigantesco esquema criminoso implantado no País, estão juntando o maior acervo de provas já visto num processo.
Chega-se ao ponto do acusado estar só, quando todos que dele se aproximaram estão com suas vidas totalmente expostas à investigações. Tornou-se um péssimo negócio estar ao lado de Lula.
Se Lula já estivesse preso, ainda assim conseguiriam libertá-lo, graças as inúmeras falhas existentes em nossa legislação.
Segundo Deltan Dallagnol – coordenador da Força Tarefa Lava Jato – a proposta criada pelo Ministério Público Federal, batizada de 10 MEDIDAS, é apenas uma pequena parte das tantas alterações que o Brasil precisa operar nas leis.
A Polícia Federal realizou uma operação para investigar um esquema de tráfico de influência internacional da Odebrecht.
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O ex-presidente Lula recebeu dinheiro da empreiteira a pretexto de fazer palestras no exterior, enquanto fazia lobby em favor da empresa com chefes de Estado para fazer obras financiadas pelo BNDES.
A investigação foi iniciada pelo Ministério Público Federal, em Brasília, que apurou uma sincronia entre as viagens de Lula e os financiamentos do banco.
Agora, em parceria com a Polícia Federal, a investigação cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Santos, além de condução coercitiva. O principal alvo é Taiguara Santos, empresário, filho do irmão da primeira mulher do ex-presidente e, por isso, conhecido como “sobrinho do Lula”. Com uma pequena empresa, ele ganhou US$ 2 milhões para atuar em Angola para a Odebrecht.
A operação é desdobramento de investigação sobre atuação de ex-presidente em favor da Odebrecht. O nome da operação desta sexta-feira é Janus, referência ao deus romano que tinha duas faces, olhando passado e futuro.

Inacreditável: Dyogo “Lava Jato” virou ministro no lugar de Jucá. Ele está na caderneta!

Rei morto, rei posto. Ao anunciar na tarde desta segunda-feira que estava saindo de licença do Ministério do Planejamento, o senador Romero Jucá, investigado pela Operação Lava-Jato, anunciou seu substituto: Dyogo Oliveira, que aliás era secretário executivo do ministro anterior, Nelson Barbosa. Quando houve a troca – Barbosa foi para a Fazenda – Dyogo foi junto, na mesma função, e voltou à secretaria-executiva com a chegada de Jucá no governo do presidente em exercício Michel Temer.
Só que para fins da Lava-Jato, nada muda: Dyogo também está implicado, e ainda aparece na Operação Zelotes, que investiga a compra e venda de medidas provisórias durante os governos de Lula e Dilma Rousseff. O processo corre no Supremo Tribunal Federal sob sigilo. O Ministério Público pediu quebra de sigilo bancário de Dyogo de 2010 a 2015.
Segundo as investigações da Procuradoria Geral da República, o executivo é mencionado em anotações de um lobista.



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Principal humorístico dos EUA faz piada de Dilma Rousseff. Confira!

A presidenta afastada Dilma Rousseff foi satirizada em quadro do programa humorístico norte-americanoSaturday Night Live, exibido na noite neste sábado (21). No jornal fictício Weekend Update, a comediante Maya Rudolph interpretou Rousseff com um charuto e uma bebida tropical nas mãos.
“No Brasil, nós temos problemas muito maiores que um pequeno impeachment: nossa economia é uma grande recessão, nossos rios estão contaminados por dejetos humanos, e nós temos vírus zika nos mosquitos”, disse a personagem, com sotaque espanhol.
O programa semanal Saturday Night Live, criado em 1975, gira em torno de esquetes que geralmente fazem paródias da cultura e política norte-americana. O elenco é variável, assim como os apresentadores. No Brasil, o programa  é transmitido no canal Sony. Ao longo das mais de três décadas no ar, o SNL recebeu uma série de prêmios, incluindo 21 Prêmios Emmy do Primetime, um prêmio Peabody e três Writers Guild of America Award.
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Assista à esquete:



Apartamento 171: sobrinho de Lula é o provável “laranja”

Segundo consta no “Estadão”, Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho da primeira mulher de Lula, foi conduzido coercitivamente e seus endereços foram alvo de busca e apreensão. A suspeita é que o mesmo seria um laranja do ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, e também operador de um esquema de tráfico de influência no Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico Social, com o fim de se conseguir financiamento para obras da Odebrecht em outros países.
Conforme apuração do próprio jornal, de acordo com o investigadores do caso, há grandes suspeitas de um relacionamento criminoso entre Lula e Taiguara para recebimento de vantagens indevidas. Ainda segundo o “Estadão”, Lula conseguiu os financiamentos para que a Odebrecht realizasse obras no exterior utilizando de seu prestígio político, e, em seguida, a empreiteira subcontratava a empresa de nome Exergia Brasil, de propriedade de Taiguara.
Segundo os investigadores, a Exergia Brasil não teria capacidade para a realização de tais obras e, portanto, apenas servia para receber a propina paga pela Odebrecht. De acordo com a investigação da Lava Jato, tal empresa teria realizado obras em Angola, Cuba e República Dominicana, todas com financiamento do BNDES.



Segundo o MPF, o objeto do inquérito teria alcançado outros alvos e, assim, além das obras investigadas no ano passado, passou-se a investigar outras irregularidades cometidas com financiamento do BNDES para a Odebrecht. Entre elas, os empréstimos para a construção do Porto de Mariel, em Cuba; do Metrô de Caracas, na Venezuela; e, ainda, algumas obras realizadas no Panamá.
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Apesar de Taiguara morar oficialmente em Santos, no litoral paulista, foi preso no Rio de Janeiro, em um hotel em Copacabana. Com ele foi encontrado José Emanuel de Deus Camano, funcionário de Taiguara, que seria o procurador de sua empresa. Este último assinava documentos e fazia pagamentos.



De acordo com o “Estadão”, teria sido preparado para Taiguara um questionário contendo 100 perguntas que seriam respondidas na Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Porém, ainda não foi informado se ele permaneceu calado durante o interrogatório.

Temer vai cair! Joaquim Barbosa sabe das coisas e manda recado pelo Twitter

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa usou sua conta oficial no Twitter para repercutir o escândalo que levou à saída de Romero Jucá (PMDB) do Ministério do Planejamento. “Bem, eu avisei”, disse o ex-ministro, que já se manifestou várias vezes contra a forma como foi conduzida o processo de impeachment e chegou a afirmar que Michel Temer não teria legitimidade para governar o País.
A manifestação ocorre após Jucá, que é investigado na Lava Jato, ser flagrado em uma conversa com outro investigado, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, discutindo como “estancar” a operação com a chegada de Temer ao poder antes mesmo de o impeachment ser votado. Com o escândalo, o peemedebista foi o primeiro ministro do governo interino a cair, apenas 12 dias após Dilma ser afastada.
barbosa
Barbosa, que ficou famoso devido ao seu rigor no julgamento do mensalão, que levou à prisão membros da cúpula do PT no governo Lula e desmascarou um esquema de corrupção que, anos mais tarde, desembocaria na operação Lava Jato, costuma se manifestar sobre a situação política atual e fazer duras críticas aos partidos e políticos.



O ex-ministro do STF, que hoje atua como advogado, chegou a discursar em uma palestra logo após o processo do impeachment ser aprovado pelo Senado. “É muito grave tirar a presidente do cargo e colocar em seu lugar alguém que é seu adversário oculto ou ostensivo, alguém que perdeu uma eleição presidencial ou alguém que sequer um dia teria o sonho de disputar uma eleição para presidente. Anotem: o Brasil terá de conviver por mais dois anos com essa anomalia”, disse na ocasião.

Brasil em chamas: PF conduz presos para Curitiba. Crime organizado caiu!

A Polícia Federal cumpre nesta manhã um total de 39 mandados na 30ª fase da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro e em São Paulo, sendo dois de prisão preventiva, 28 de busca e apreensão e 9 de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento.
São alvos da operação tem relação com o ex-ministro José Dirceu e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, que representava os interesses do PT no esquema montado para roubar a Petrobras. Os contratos fraudados somam R$5 bilhões, entre 2009 e 2013. Das nove conduções coercitivas, duas são contra funcionários da estatal.
Esta fase, denominada de Operação Vício, objetiva desmantelar o esquema de corrupção e lavagem de ativos decorrentes de contratos com a Petrobras que geraram repasses de valores não devidos entre empresas, funcionários da estatal e agentes públicos e políticos. Foram mobilizados na Operação Vício cerca de 50 Policiais Federais e dez servidores da Receita Federal.




Três grupos de empresas são acusadas de criar contratos fictícios de prestação de serviços para repassar à Diretoria de Serviços e Engenharia e Diretoria de Abastecimento da Petrobras.
Também estão sendo cumpridos nesta terça-feira mandados que buscam a apuração de pagamentos indevidos a um executivo da área internacional da Petrobras em contratos firmados para aquisição de navios-sondas. Os crimes investigados nesta etapa são corrupção, organização criminosa e lavagem de ativos. Os presos serão levados a Curitiba.

MST’s foram apoiar Dilma e veja no que deu… Abandonados!

A situação dos militantes ligados ao Movimento dos Sem Terra que saíram de suas cidades com destino ao Distrito Federal e Goiânia, onde participariam de um movimento pró-Dilma, chocou algumas pessoas que presenciaram vários deles com frio e fome no terminal rodoviário.
Sem dinheiro para pagar passagem e comprar comida, diversas moças e rapazes começaram a pedir ajuda aos passageiros que iriam embarcar. A notícia se espalhou pela cidade e logo uma paróquia local mobilizou dezenas de voluntários em busca de ajuda aos necessitados.
Na internet foi divulgado um telefone e endereço de e-mail para quem quisesse ajudar os militantes abandonados. Embora tenham obedecido ao chamado para apoiar a presidente afastada Dilma Rousseff, alguns deles não concordam com a maneira que foram tratados sendo deixados sem condições de retorno e abrigo.
brasilverdeamarelomst

Empresas da Lava Jato doaram a 12 ministros de Temer

Dinheiro de empresas envolvidas no esquema revelado pela Operação Lava Jato irrigou as campanhas de 12 dos 13 ministros nomeados pelo presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), que se candidataram a algum cargo eletivo em 2014. Os recursos foram repassados de forma legal e declarados à Justiça Eleitoral.
A exceção é Ronaldo Nogueira (Trabalho). Quando concorreu a vaga de deputado federal pelo PTB do Rio Grande do Sul, o agora ministro recebeu R$ 393 mil em doações. Na sua prestação de contas não há registro de empresas citadas na Lava Jato.
Os que declararam doações de empresas que estão na mira da Lava Jato foram José Serra (Relações Exteriores), Henrique Eduardo Alves (Turismo), Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo), Blairo Maggi (Agricultura), Maurício Quintela (Infraestrutura, Portos e Aviação), Raul Jungmann (Defesa), Mendonça Filho (Educação e Cultura), Leonardo Picciani (Esporte), Osmar Terra (Desenvolvimento Agrário), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), Bruno Araújo (Cidades) e Ricardo Barros (Saúde).
Temer comanda sua primeira reunião ministerial depois de assumir interinamente
Deste grupo, o maior beneficiado é Henrique Eduardo Alves (PMDB). Na campanha para governador do Rio Grande do Norte, o então candidato declarou à Justiça Eleitoral ter recebido um total de R$ 7,8 milhões das empresas acusadas ou investigadas pelo envolvimento no esquema de desvios de recursos da Petrobras.



O valor é 34% dos R$ 23 milhões declarados como doações na prestação de contas de 2014 do peemedebista. As doações foram feitas principalmente pela Odebrecht (R$ 5,5 milhões) e Queiroz Galvão (R$ 2,1 milhões). Galvão Engenharia (R$ 200 mil) e Andrade Gurierrez (R$ 100 mil) também doaram. Alves foi derrotado por Robinson Faria (PSD) no segundo turno.

Presos

Geddel Vieira Lima declarou ter recebido R$ 7,1 milhões em doações eleitorais na campanha de 2014 para o Senado pelo PMDB da Bahia. Deste valor, R$ 2,3 milhões foram repassados por empresas que tiveram seus presidentes presos na Lava Jato - as empreiteiras baianas Odebrecht (R$ 1,7 milhão) e UTC (R$ 75 mil) e o Banco BTG Pactual. Geddel não conseguiu se eleger.
José Serra (PSDB-SP) também ultrapassou a casa dos milhões em doações de empresas citadas na Lava Jato. Na campanha para o Senado, o tucano declarou ter recebido R$ 1,2 milhão da OAS e R$ 856 mil da Andrade Gutierrez. Serra declarou R$ 10 milhões em doações naquele ano.



Tanto os políticos quanto as empresas doadoras argumentam que as doações são legais, previstas na legislação. A Lava Jato, porém, trabalha com a hipótese de que doações declaradas de campanha tenham sido usadas como parte de pagamento de propina em troca de vantagens.
Alves e Geddel, além de Romero Jucá, são alvos de investigações na Lava Jato. O ministro do Turismo é suspeito de receber dinheiro do dono da OAS, Léo Pinheiro, em troca de favores no Legislativo e em tribunais. Em dezembro, sua casa foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal.
Geddel, que passou a ser responsável relacionamento do governo com o Congresso, aparece nas mensagens captadas pela Polícia Federal com Léo Pinheiro em que tratam de interesses da OAS em órgãos do governo, entre eles a Caixa Econômica Federal - da qual o agora ministro era vice-presidente.

"Turma"

Ao monitorar as mensagens de Pinheiro, os investigadores da Lava Jato flagraram mensagens em que o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), menciona o pagamento de R$ 5 milhões a Temer e reclama de compromissos adiados com a "turma", que incluiria Geddel e Alves.
Os peemedebistas, no entanto, têm alegado que o valor se refere a doação oficial, devidamente registrada, feita pela empreiteira ao partido. Tanto Alves quanto Geddel admitem ter tratado com Pinheiro de questões de interesse dele, mas negam irregularidades no relacionamento com o empreiteiro.



Os nomes de oito ministros de Temer aparecem na chamada "superlista da Odebrecht". A planilha com a indicação de pagamentos feitos pela empreiteira a políticos foi encontrada pela força-tarefa da Operação Lava Jato na casa do ex-presidente de Infraestrutura da empreiteira Benedicto Barbosa Silva Junior, no Rio, em março.
São José Serra, Henrique Eduardo Alves, Raul Jungmann, Mendonça Filho, Osmar Terra, Bruno Araújo e Romero Jucá. A superlista da Odebrecht relaciona um total de 279 políticos ligados a 24 partidos políticos.
Um levantamento feito pelo jornal "O Estado de S. Paulo" comparou os valores da planilha com as prestações de contas entregues à Justiça Eleitoral.
Em diversos casos os números da planilha eram superiores aos declarados, indicando possível caixa 2. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

TEMER PROMETE MANTER LAVA JATO

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